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sábado, 26 de julho de 2014

Cruzeiro faz 5 no Figueirense e abre 8 pontos sobre 2°colocado do Brasileirão

Em sua maior goleada em 2014, o Cruzeiro aplicou 5 a 0 sobre o Figueirense, neste sábado, no Mineirão, e aumentou a vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro na 12ª rodada da competição. Foi a estreia do técnico Argel Fucks pela equipe catarinense.


Lucas Silva, em pênalti controverso, abriu o caminho para a vitória em Belo Horizonte aos 41 minutos da primeira etapa. Marquinhos, Dedé, Ricardo Goulart e Dagoberto completaram no segundo tempo.

O Cruzeiro tem a melhor campanha, o melhor ataque, 28 gols, e o artilheiro do Brasileirão, Ricardo Goulart, com 11 gols.

No outro domingo, dia 3 de junho, a equipe do técnico Marcelo Oliveira visita o Botafogo. O Figueirense, em 18° lugar, na zona de rebaixamento, com sete pontos, enfrenta o Sport, também, no domingo, em casa, em Florianópolis.

Pênalti para acordar

Antes do apito inicial, o treinador Marcelo Oliveira já havia mostrado preocupação com a condição do gramado. A forte chuva que caiu ao longo do dia em Belo Horizonte deixou o campo pesado, o que certamente poderia prejudicar o desempenho de sua equipe. Talvez por isso o líder do Campeonato Brasileiro sofreu para trocar passes e envolver o desesperado Figueirense no início do confronto.

Com mais presença o ataque, o time da casa dominava o jogo, mas pouco criava. Marquinhos, em jogada individual, assustou e obrigou boa goleiro de Tiago Volpi, porém era pouco. Enquanto isso, os anfitriões davam espaço para os contra-ataques, o Figueirense tentava aproveitar e chegou a assustar com Pablo, que invadiu a área com liberdade duas vezes e parou no goleiro Fábio.

A torcida já se irritava com o comportamento da equipe, mas a salvação veio depois de um lance confuso. Depois de Ceará cobrar lateral para o meio da área, o árbitro marcou pênalti sobre Ricardo Goulart, para o desespero dos jogadores do Figueirense. Na cobrança, o garoto Lucas Silva não sentiu a responsabilidade, cobrou rasteiro, a bola ainda tocou na trave e balançou a rede pela primeira vez.

O líder deslancha

O gol deu tranquilidade para o Cruzeiro na volta do intervalo. Sem a responsabilidade de fazer o resultado, o time da casa ficou em situação ainda mais confortável já no primeiro minuto. Marcelo Moreno fez o pivô na linha da grande área, ajeitou com categoria para Marquinhos, que emendou o chute forte e a bola foi no ângulo direito de Tiago Volpi, que nada pôde fazer.

A vitória parecia cada vez mais próxima, e, para selar o triunfo, o Cruzeiro não quis dar tempo para o Figueirense reagir. Depois de sentir um incômodo no final do primeiro tempo, Dedé era dúvida para retornar ao jogo na etapa complementar, e respondeu dentro de campo. Em cobrança de falta para o meio da área, o zagueiro, que voltava de lesão neste sábado, testou firme para anotar o terceiro.

A partida estava decidida, mas ainda faltava o gol do artilheiro do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Cruzeiro já trocava passes com tranquilidade, Ricardo Goulart seguia brigando com a zaga adversária e esta disposição demonstrada foi recompensada. Aos 27 minutos, Everton Ribeiro cruzou na medida para o atacante, que desviou de cabeça e marcou seu oitavo na competição nacional.

Marcelo Oliveira aproveitou para rodar o seu elenco. Dagoberto, Marlone e Mayke entraram nos lugares dos aplaudidos Marquinhos, Marcelo Moreno e Ceará, respectivamente. Com fôlego, os novatos em campo ainda marcaram mais um. Mayke desceu pela direita, cruzou rasteiro, Marlone não alcançou, mas Dagoberto apareceu na segunda trave para desviar ao fundo da rede.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 5 X 0 FIGUEIRENSE

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 26 de julho de 2014, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Albino Andrade Júnior (PE)
Cartões Amarelos: Marco Antônio (Figueirense)
Gols: CRUZEIRO: Lucas Silva, aos 40 minutos do primeiro tempo; Marquinhos, a 1, e Dedé, aos 4, Ricardo Goulart, aos 27, e Dagoberto, aos 33 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio; Ceará (Mayke), Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Lucas Silva; Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Marquinhos (Dagoberto); Marcelo Moreno (Marlone)
Técnico: Marcelo Oliveira

FIGUEIRENSE: Tiago Volpi; Luan, Nirley, Marquinhos e Roberto Cereceda (Felipe); Paulo Roberto, Rivaldo, Kleber e Marco Antônio; Pablo (Everaldo) e Ricardo Bueno
Técnico: Argel Fucks
fonte espn
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domingo, 20 de julho de 2014

Após começo avassalador, Cruzeiro sofre, mas vence Palmeiras e dispara na ponta

Henrique Cruzeiro e henrique Palmeiras (Foto: Mauro Horita / Globoesporte.com)Todo cuidado que o elenco do Palmeiras pregou em relação ao ataque do Cruzeiro nos dias anteriores à partida não foram suficientes. Com dois gols antes dos dez minutos iniciais, a equipe mineira fez o suficiente para vencer o adversário paulista neste domingo, por 2 a 1, no Pacaembu, pela 11ª rodada do Brasileiro. Ricardo Goulart e Manoel fizeram para os visitantes. Tobio diminuiu.

Com o resultado, o Cruzeiro é líder isolado. O time de Marcelo Oliveira tem 25 pontos e reina sozinho na ponta, com cinco de vantagem em relação ao vice-líder Corinthians. O Palmeiras, por outro lado, tem apenas 13 pontos, na 12ª colocação.
O Palmeiras foi com esquema tático diferente para enfrentar o Cruzeiro. Depois de escalar três volantes na derrota contra o Santos, o técnico Ricardo Gareca resolveu entrar com três atacantes: Diogo, Henrique e Leandro. O Cruzeiro, por outro lado, não teve alterações em relação ao time que tinha vencido o Vitória na última quinta-feira.
Mas o time paulista pouco teve tempo para testar se o esquema com três atacantes funcionaria de maneira efetiva: dez minutos após o apito inicial, o Cruzeiro já vencia por 2 a 0. Logo aos sete minutos, em jogada pela esquerda, Ricardo Goulart recebeu dentro da área e chutou. A bola ainda bateu no pé de Fábio antes de entrar. Três minutos depois, em cobrança de falta para a área, Manoel apareceu livre para, de cabeça, fazer o segundo da equipe mineira.
A blitz do líder do campeonato logo no começou da partida assustou os palmeirenses. Foram necessários cerca de 20 minutos para a equipe ficar mais tranquila em campo - neste meio tempo, os visitantes tiveram boa oportunidade com Everton Ribeiro.
Aos 32 minutos, o Palmeiras perdeu uma chance incrível para diminuir. Após ótima tabela com Mendieta, Leandro, na entrada da pequena área e atrapalhado pela marcação, chutou. Fábio defendeu e, no rebote, Henrique, sozinho, chutou para fora. Quatro minutos depois, após cobrança de escanteio, o volantes cruzeirense Henrique desviou de cabeça e acertou a trave, quase marcando um gol contra.
O bom fim de primeiro tempo foi um prenúncio do que seria a segunda etapa. Com o atual campeão brasileiro quase irreconhecível em campo, o Palmeiras cresceu. E diminuiu em jogada de bola parada aos 8 minutos: Felipe Menezes cobrou falta, e o zagueiro argentino Tobio desviou para diminuir.
Com a torcida empurrando, a equipe paulista ainda criou mais duas ótimas chances para empatar. Aos 16 minutos, Henrique recebeu na cara de Fábio e chutou, mas o goleiro do time mineiro saiu bem e conseguiu defender. Aos 28, após lançamento de Lúcio do meio de campo, o argentino Pablo Mouche - que fez usa estreia pelo cube - chutou cruzado da parte esquerda da área. A bola raspou a trave de Fábio.
A entrada de Tinga melhorou o time do Cruzeiro, que passou um pouco menos de riscos. Apesar de toda a pressão, o Palmeiras não conseguiu empatar a partida e quebrar o jejum de vitórias no Brasileiro - são cinco jogos sem vencer. Na próxima rodada, no domingo (27/7) o time paulista enfrenta o Corinthians fora de casa. Antes, pega o Avaí na quarta-feira pela Copa do Brasil. O Cruzeiro, por outro lado, pega o Figueirense no sábado, no Mineirão.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 CRUZEIRO
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 20 de julho de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Público: 14.970 pagantes
Renda: R$ 627.637,50
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO) 
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires (ambos de GO) 
Assistentes adicionais: Elmo Alves Resende Cunha e Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (ambos de GO) 
Cartões amarelos: Mendieta, Henrique e Lúcio (Palmeiras); Lucas Silva, Henrique, Egídio e Willian Farias (Cruzeiro)
Gols: 
PALMEIRAS: Tobio, aos oito minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Ricardo Goulart, aos sete, e Manoel, aos dez minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Fábio; Wendel, Lúcio, Tobio e William Matheus; Renato, Eguren (Felipe Menezes) e Mendieta (Érik); Leandro (Mouche), Diogo e Henrique
Técnico: Ricardo Gareca
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Léo, Manoel e Egídio (Samudio); Lucas Silva (Willian Farias), Henrique e Everton Ribeiro; Marquinhos (Tinga), Ricardo Goulart e Marcelo Moreno
Técnico: Marcelo Oliveira
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Após Copa, Cruzeiro segue dominando Bola de Prata; veja notas da 10ª rodada

Cruzeiro mantém ritmo pré-copa, bate Vitória e se isola na liderançaCruzeiro na liderança do Campeonato Brasileiro. E três de seus jogadores estão, neste momento, nas três primeiras colocações na Bola de Prata, prêmio da Revista Placar em parceria com os canais ESPN. Ricardo Goulart, que também é o líder da Bola de Ouro, tem média de 6,71, o melhor entre os meias. Já Marcelo Moreno é o líder entre os atacantes com 6,42.
Outro que segue em alta é Maike. O jovem lateral-direito lidera o ranking de sua posição com 5,66.
Quem também subiu na classificação depois da 10ª rodada foi Paulo Baier. O experiente meia do Criciúma apareceu entre os cinco melhores na Bola de Ouro. É o terceiro colocadao com 6,43.
BOLA DE OURO
 
  • 1 - R. Goulart - Meia - 6,71 (7j)
    2 - PH Ganso - Meia - 6,50 (10j)
    3 - P. Baier - Meia - 6,43 (7j)
    4 - Renan - Goleiro - 6,43 (7j)
    5 - M. Moreno - Atacante - 6,42 (6j)

GOLEIRO
 
  • 1 - Renan - Goiás - 6,43 (7j)
    2 - Victor - Atlético-MG - 6,40 (5j)
    3 - Marcelo Grohe - Grêmio - 6,39 (9j)
    4 - Cássio - Corinthians - 6,14 (7j)
    5 - Weverton - Atlético-PR - 6,13 (8j)

LATERAL-DIREITO
 
  • 1 - Maike - Cruzeiro - 5,88 (8j)
    2 - Douglas - São Paulo - 5,83 (6j) 
    3 - Bruno - Fluminense - 5,81 (8j)
    4 - Fabiano - Chapecoense - 5,80 (5j)
    5 - Fágner - Corinthians - 5,75 (10j)

ZAGUEIROS
 
  • 1 - Gil - Corinthians - 6,15 (10j)
    2 - Jackson - Goiás - 6,00 (10j)
    3 - A. Carlos - São Paulo - 5,95 (10j)
    4 - B. Rodrigo - Cruzeiro - 5,93 (7j)
    5 - Werley - Grêmio - 5,86 (7j)

LATERAL-ESQUERDO
 
  • 1 - Carlinhos - Fluminense - 5,95 (10j)
    2 - Pará - Bahia - 5,92 (6j)
    3 - F. Santos - Corinthians - 5,90 (10j)
    4 - W. Matheus- Palmeiras - 5,80 (5j)
    5 - A. Pereira - São Paulo - 5,80 (5j)

VOLANTES
 
  • 1 - L. Donizete - Atlético-MG - 6,21 (7j)
    2 - Arouca - Santos - 6,17 (9j)
    3 - Nilton - Cruzeiro - 6,08 (6j)
    4 - Souza - São Paulo - 6,00 (10j)5 - Amaral - Goiás - 6,00 (10j)

MEIAS
 
  • 1 - R. Goulart - Cruzeiro - 6,71 (7j)
    2 - PH Ganso - São Paulo - 6,50 (10j)
    3 - P. Baier - Criciúma - 6,43 (7j)
    4 - Conca - Fluminense - 6,30 (10j)
    5 - Jadson - Corinthians - 6,28 (9j)

ATACANTES
 
  • 1 - M. Moreno - Cruzeiro - 6,42 (6j)
    2 - Marcelo - Atlético-PR - 6,25 (6j)
    3 - Silvinho - Criciúma - 6,17 (9j)
    4 - Emerson - Botafogo - 6,06 (8j)
    5 - T. Luís - Chapecoense - 6,00 (7j)
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sábado, 7 de junho de 2014

Cruzeiro não tem interesse em liberar Marlone para o Santos

O Santos acertou nesta semana a contratação do volante Souza, que estava no Cruzeiro, e agora o Peixe já fala em tirar outro jogador da Toca da Raposa. Trata-se de Marlone, contratado pela Raposa junto ao Vasco para está temporada, mas que ainda não mostrou o mesmo futebol apresentado no time carioca.

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O técnico Marcelo Oliveira tem utilizado pouco Marlone, mas o treinador confia no potencial do jogador e teria vetado a ida do meia-atacante ao Santos. Com isso, o time praiano terá que procurar outras opções no mercado ou fazer uma oferta irrecusável ao Cruzeiro, caso contrario, Marlone fica mesmo em Belo Horizonte após a Copa do Mundo.

O próprio jogador já teria manifestado a vontade de ficar no Cruzeiro e brigar pela titularidade no Brasileiro. Para contar com os trabalhos de Marlone, a Raposa pagou cerca de R$ 5 milhões ao Vasco. O time mineiro contou com a ajuda de um investidor para pagar a transação, por isso, em uma futura venda, os cruzeirenses ficarão com 33% do valor arrecadado. Com a camisa celeste, Marlone balançou as redes apenas uma vez em 16 jogos.
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Cruzeiro acerta com o Furacão e zagueiro Manoel é da Raposa

Manoel, zagueiro do Atlético-PR
O Cruzeiro acertou nesta segunda-feira, a contratação do zagueiro Manoel, que estava no Atlético-PR. O diretor de futebol do Cruzeiro, Alexandre Mattos, e o presidente do Atlético-PR, Mário Celso Petraglia bateram o martelo em reunião realizada em Curitiba.

O representante do defensor, Neco Cirne, também estava presente na reunião que sacramentou a contratação pela Raposa. O jogador é aguardado em Belo Horizonte nas próximas horas para assinar o contrato com o time mineiro. Manoel teve 50% dos direitos econômicos adquiridos pelo Cruzeiro, que pagou 3 milhões de euros, cerca de R$ 9 milhões para contar com os serviços do zagueiro.

A contratação de Manoel já tinha sido indicada pelo técnico Marcelo Oliveira, mas só agora as diretorias de Raposa e Furacão chegaram a um acordo. Manoel tinha contrato com o Atlético-PR até 2015, mas estava insatisfeito e já tinha manifestado o desejo de sair, inclusive, acionando a justiça. Com a transferência acertada, o defensor deverá retirar o processo contra os paranaenses.
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domingo, 1 de junho de 2014

Cruzeiro goleia Flamengo, mantém liderança e afunda rival

Em um primeiro tempo arrasador, o Cruzeiro não teve dificuldade em vencer por 3 a 0 o Flamengo, neste domingo, em Uberlândia. Com o resultado, os mineiros asseguraram a liderança do Campeonato Brasileiro na paralisação para a realização da Copa do Mundo, com 19 pontos. Já os rubro-negros continuam em crise, na zona de rebaixamento da competição.

Os donos da casa foram melhores durante os 90 minutos e desperdiçaram várias oportunidades. Os cruzeirenses fizeram o primeiro com Ricardo Goulart, ao aproveitar bela troca de passes do ataque. Logo depois, foi a vez de Everton Ribeiro fazer o segundo em finalização cruzada. Antes do intervalo, foi a hora de Borges pegar rebote do goleiro Paulo Victor para fazer o terceiro e dar números finais ao confronto.

Na volta do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro terá pela frente o Vitória, em casa. Já o Flamengo encara o Atlético-PR, também em seus domínios.

O JOGO - O Cruzeiro começou melhor a partida, buscando pressionar o Flamengo. Os mineiros criaram a primeira boa chance do jogo aos três minutos. Ricardo Goulart tocou de calcanhar para Borges, mas o atacante finalizou por cima do travessão de Paulo Victor. O lance fez os rubro-negros acordarem, só que os cariocas erravam muito na parte ofensiva e não levavam perigo.

Os donos da casa tinham mais organização e conseguiram abrir o placar aos 16 minutos, em bela troca de passes. Everton Ribeiro foi lançado na área, tocou de cabeça para o meio, onde Ricardo Goulart apareceu para finalizar sem chance para Paulo Victor.

O revés foi sentido pelo Flamengo, que logo viu o Cruzeiro fazer o segundo, aos 18 minutos. Henrique roubou a bola na saída carioca e tocou para Everton Ribeiro. O meia entrou na área e chutou cruzado para a rede.

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RIO DE JANEIRO - RJ - 13/04/2014 - CARIOCA 2014/FLAMENGO X VASCO - Jogadores do Flamengo comemoram o …
O panorama da partida seguiu o mesmo, com os mineiros tendo o domínio. O Cruzeiro quase chegou ao terceiro aos 28 minutos. Em contra-ataque rápido, Ricardo Goulart tocou para Everton Ribeiro. O meia finalizou colocado, mas viu Paulo Victor fazer grande defesa. O Flamengo apenas observava o adversário e seguia com os erros, tanto na parte ofensiva como na defensiva.

Na parte final, o Cruzeiro continuou buscando o ataque. Aos 44 minutos, após cruzamento rasteiro de Egídio, Borges apareceu para tocar, mas Paulo Victor estava atento para salvar o Flamengo. No entanto, no minuto seguinte, os mineiros marcaram o terceiro. Ricardo Goulart foi lançado e chutou cruzado. Paulo Victor deu rebote e Borges apareceu para tocar para a rede e deixar os donos da casa com ampla vantagem no intervalo.

No segundo tempo, os cruzeirenses não diminuíram o ritmo e voltaram a campo dispostos a aumentar o marcador em Uberlândia. Com um minuto, após cobrança de escanteio, a bola bateu em Bruno Rodrigo, mas Nílton não conseguiu chegar a tempo para tocar para a rede. Já aos quatro, Mayke cruzou para Ricardo Goulart. O meia cabeceou livre, só que Paulo Victor fez grande defesa para salvar o Flamengo.

Depois do início de pressão, o Cruzeiro passou a controlar mais a posse de bola. Com isso, os donos da casa rondavam a área, mas com menos intensidade do que na etapa inicial. Somente aos 21 minutos, os mineiros criaram nova boa chance. Mayke cruzou rasteiro, Borges não conseguiu a finalização e a bola sobrou para Ricardo Goulart. No entanto, o meia chutou para fora.

Com o passar do tempo, os mineiros diminuíram o ritmo, mas sem perder o domínio da partida. O Flamengo não levava perigo e deixava espaço no setor defensivo para os contra-ataques. Tanto que os 37 minutos, Elber cruzou para Luan, que matou no peito e finalizou para mais uma grande defesa de Paulo Victor.

Nos minutos finais, o Cruzeiro apenas administrou a posse de bola. O Flamengo ainda buscou o ataque, mas sem qualquer organização. Assim, os mineiros só esperaram o apito final do árbitro.
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domingo, 18 de maio de 2014

Após “semana difícil”, Borges enaltece vitória do Cruzeiro em casa

Sem Dagoberto e Ricardo Goulart, Borges é a esperança de gol do Cruzeiro.
Neste sábado, o Cruzeiro conquistou sua terceira vitória no Campeonato Brasileiro e vai dormir na vice-liderança. O triunfo, por 3 a 2, diante do Coritiba, no Mineirão, marcou o reencontro do atacante Borges com as redes. Ele estava sem marcar desde o ano passado e comemorou muito a conquista dos três pontos.

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"Foi bom não só para mim, mas para todo o grupo. Grato a Deus pela oportunidade de voltar a jogar. Foi uma semana difícil para a gente, pois tínhamos o planejamento de buscar o título na Libertadores. É sempre difícil voltar a outra competição depois de uma eliminação, mas o importante foi conseguir voltar a vencer", disse.
Na última semana, o Cruzeiro empatou, no Mineirão, em 1 a 1 com o San Lorenzo, da Argentina, e acabou eliminado da competição continental, deixando o Brasil sem mais representantes no restante da disputa.
O Cruzeiro volta a campo na próxima quarta-feira, às 21 horas, no Mineirão, para encarar o Sport, em partida válida pela sexta rodada do Brasileirão.


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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Marcelo Oliveira culpa desorganização após gol sofrido no início

Marcelo Oliveira orienta os jogadores durante partida do Cruzeiro.O técnico Marcelo Oliveira entende que o gol do San Lorenzo logo no começo do jogo no Mineirão foi fundamental para a eliminação do Cruzeiro da Libertadores. O treinador revelou que preparou o time para sufocar o adversário e abrir o placar nos minutos iniciais, como aconteceu exatamente contrario, o esquema armado acabou sendo desarticulado.

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"O que deveria acontecer é o Cruzeiro sair na frente, apertar e nós tentamos isso. Quando levamos o gol o Cruzeiro estava todo na frente, eles não tinham chegado ainda. Tivemos certa dificuldade porque o San Lorenzo marcava bem, ocupava os espaços, e um lance pode ter mudado a história deste jogo. O time desorganizou um pouco e só nos segundo tempo que acho que foi completamente diferente", analisou.
O comandante cruzeirense não esconde que a tristeza é grande pela eliminação, e afirma que ninguém está sofrendo como ele e os atletas. Para Marcelo Oliveira, se a classificação não veio é importante saber assimilar a derrota e começar a pensar na sequência de jogos e competições que o Cruzeiro tem pela frente.
"Lamentar hoje e sofrer muito. Se o torcedor está sofrendo, imagina nós que estamos lá no dia a dia, que vivenciamos. Deixamos nossas famílias, somos profissionais que trabalham e temos que absorver. Amanhã vamos começar a pensar unicamente no Brasileiro. Temos dois jogos em casa e estamos próximos dos primeiros, e a gente pode chegar na ponta do campeonato", declarou.
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domingo, 11 de maio de 2014

Jogadores do Cruzeiro reclamam de arbitragem no revés para o Galo

Time B do Cruzeiro saiu na frente do Atlético-MG, mas cedeu a virada na etapa final (Foto: Textual)
Os jogadores do Cruzeiro reclamaram muito da atuação do árbitro Heber Roberto Lopes no clássico deste domingo, no Independência. Na avaliação do atacante boliviano Marcelo Moreno a Raposa foi prejudicada com um pênalti, que segundo ele, não teria existido, o que motivou reclamações e um cartão vermelho para o atleta após o fim do jogo.

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"Quero ver o que o árbitro vai colocar na súmula. Falei apenas que foi injusto, a expulsão do Luan e o pênalti, que não existiu. Falei normal. Ele me expulsou após o jogo. Vou esperar para ver o que ele vai colocar na súmula. Atrapalhou a nossa liderança no campeonato. Poderíamos ter saído daqui com o resultado melhor", declarou.
O lateral-direito Mayke foi mais comedido na hora de comentar sobre a arbitragem, mas afirmou que os lances que teriam beneficiado o Atlético-MG foram no mínimo duvidosos. O jogador avalia que o Cruzeiro estava bem no jogo, mas teve a missão dificultada pela expulsão de Luan. Mayke, porém, já pensa no duelo contra o San Lorenzo pela Libertadores.
"Nossa equipe estava bem na partida, o árbitro deu um pênalti que não sei se foi, mas estávamos conseguindo jogar, aí um foi expulso e nosso time teve um pouco de dificuldades. Fizemos um jogo bom, poderíamos ter vencido, mas agora e concentrar forças na Libertadores para revertermos a vantagem do San Lorenzo", comentou.
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Galo tenta espantar crise contra Cruzeiro focado na Libertadores

Treino do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / CAM)
Eliminado da Libertadores e sem vencer no Brasileiro, definitivamente o momento do Atlético-MG não é bom. Situação oposta vive o arquirrival Cruzeiro, que lidera o Brasileirão e é único time do Brasil na competição continental. Os dois maiores clubes de Minas Gerais medem forças neste domingo, às 16h, no Independência.

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Enquanto o Galo que usar o clássico para iniciar uma reação no Brasileiro, a Raposa prioriza a Libertadores, mas não pretende facilitar a vida alvinegra, defendo a ponta da competição nacional. O Atlético-MG vai usar o que tem de melhor no momento, enquanto o Cruzeiro vai poupar jogadores, escalando uma equipe reserva.
Nos três clássicos disputados nesta temporada, o resultado foi o mesmo, empate sem gols, o que mostra o equilíbrio de forças entre atleticanos e cruzeirenses. O zagueiro argentino Otamendi, que pode deixar o Galo no meio do ano, não quer desperdiçar a chance de ganhar o clássico, considerado por ele como um jogo especial.
"Se tenho que ir embora, quero ir ganhando um clássico. Acho que merecemos fazer um bom jogo. Isso é importante. Uma possibilidade para crescer. Ainda não estamos bem nas partidas, temos que melhorar bastante. É uma boa oportunidade de mudar o chip com uma vitória", declarou.Se Otamendi quer ganhar o clássico, o volante cruzeirense Nilton também está de olho na vitória. Baseado nos confrontos anteriores, o jogador prevê um duelo difícil. "Enfrentamos a equipe deles três vezes nesta temporada e ficamos só no empate por 0 a 0. Belo Horizonte vai novamente parar com este jogo. É um clássico importante e vamos buscar esse golzinho, para não ficarmos mais no empate", disse.
Sobre as equipe que entram em campo, o técnico Levir Culpi tem alguns problemas para armar o Galo e deverá mudar o esquema tático, passando do tradicional 4-4-2 para o 3-5-2, com Otamendi, Leonardo Silva e Réver formando a trinca de zagueiros.
No meio-campo, Tardelli deverá ter a função de armar as jogadas do Galo, já que Ronaldinho Gaúcho está vetado pelos médicos e Guilherme. No ataque, Jô com uma lesão no joelho é outra baixa de ordem médica. Com isso, o avante André, que estava esquecido no clube terá a chance de ser titular no clássico, formando dupla com Fernandinho. Na ala direita, Marcos Rocha, que vem desfalcando o time nos últimos jogos segue fora da equipe, com o contestado Alex Silva na posição.
Devido o desgaste pelo excesso de jogos, o técnico Marcelo Oliveira decidiu poupar jogadores no clássico contra o arquirrival. Suplente na partida contra os argentinos do San Lorenzo, Dagoberto queria jogar o clássico, mas o jogador voltou a sentir uma lesão muscular na coxa e não foi nem relacionado. O único titular que vai começar o jogo será o goleiro Fábio.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG X CRUZEIRO
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 11 de maio de 2014, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Assistentes: Alessandro A. Rocha de Matos (Fifa-BA) e Fernanda Colombo Uliana (Asp. Fifa-SC)
ATLÉTICO-MG: Victor; Réver, Leonardo Silva e Otamendi; Alex Silva, Pierre, Josué, Tardelli e Emerson Conceição; Fernandinho e André
Técnico: Levir Culpi
CRUZEIRO: Fábio; Mayke, Léo, Wallace e Egídio; Nilton, Souza, Tinga e Marlone; Luan e Borges
Técnico: Marcelo Oliveira

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quinta-feira, 8 de maio de 2014

San Lorenzo supera Cruzeiro e leva vantagem para o Mineirão

Cruzeiro terá que reverter vantagem no Mineirão (Foto: EFE)
A torcida do San Lorenzo-ARG fez a parte dela, lotando o estádio Nuevo Gasómetro, nesta quarta-feira. Dentro de campo, a equipe do Papa Francisco procurou corresponder as expectativas e, depois de um primeiro tempo com poucas chances de gols, os atacantes acertaram a pontaria, garantindo a vitoria por 1 a 0 em cima do Cruzeiro.

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O gol do jogo foi anotado por Gentileti, que aproveitou cobrança de falta para antecipar ao zagueiro Dedé, e de cabeça, balançar as redes. O triunfo argentino vai obrigar o Cruzeiro a vencer no Mineirão por dois gols de diferença para seguir na Libertadores. Se devolver o placar da partida de ida, a decisão da vaga nas semifinais será na disputa de pênaltis.
O jogo de volta entre Cruzeiro e San Lorenzo está marcado para o dia 14 de maio, no Mineirão. Mas entes de pensar nos argentinos, a Raposa precisa concentrar forças no Brasileirão, já que no domingo, os celestes terão pela frente o clássico contra o arquirrival Atlético-MG, no Independência.
O jogo - Jogando fora de casa, o Cruzeiro iniciou o duelo contra os argentinos de forma cautelosa. A proposta de cadenciar o jogo, explorando os contra-ataques funcionou para evitar a pressão do San Lorenzo, que mesmo tendo maior posse de bola, encontrou dificuldades na marcação encaixada da Raposa.
O time da casa apostou na troca de passes rápidos no campo ofensivo, na tentativa de envolver os celestes. A principal alternativa argentina para agredir o Cruzeiro foi pelas laterais do campo. Na direita, Buffarini, e na esquerda, Más, foram os responsáveis por chegar à linha de fundo e buscar os cruzamentos para a área.
Bem postando em campo, o time de Marcelo Oliveira foi eficiente para anular as principais peças do San Lorenzo, obrigando o time da casa a arriscar muito de fora da área, quase sempre sem direção. Aos 29, a jogada argentina saiu pela faixa direita do gramado, mas Piatti não aproveitou bem o lance, finalizando pela linha de fundo.
Para se dar bem defensivamente, o Cruzeiro negligenciou o ataque, que passou a ser visto apenas como alternativa nos contra-ataques. Com isso, a equipe brasileira forçou o San Lorenzo a perseguir o gol, adiantando todo time, inclusive, os volantes, que ganharam liberdade para ir à frente. Com essa postura, a torcida do San Lorenzo passou a incentivar mais a equipe.
Apesar do apoio do torcedor, os argentinos não conseguiram abrir o placar na etapa inicial. Na volta para o segundo tempo, a pressão em cima do Cruzeiro foi intensificada, com os defensores da equipe brasileira atuando praticamente atrás da linha da bola, gerando dificuldades para San Lorenzo. Quando superou os zagueiros do time celeste, Fábio salvou os brasileiros.
Aos dez minutos, o atacante Matos desviou cruzamento da esquerda e Fábio se esticou todo para fazer a defesa, no rebote, Correa emendou par gol e o goleiro celeste voltou a defender. A jogada deu moral para os donos da casa, que passaram a controlar melhor a partida até chegarem ao gol aos 20 minutos.
Após cobrança de falta pela esquerda, o zagueiro Gentileti antecipou Dedé, e de cabeça, mandou para as redes, explodindo o Nuevo Gasómetro em alegria. O gol do San Lorenzo obrigou o Cruzeiro a mudar a atitude no jogo. Marcelo Oliveira deixou o time mais ofensivo com as entrada de Borges e Dagoberto, com isso, a partida ficou mais aberta com alternância de oportunidades.
O Cruzeiro passou a dominar a posse de bola, enquanto os argentinos optaram pelo contra-ataque, em uma clara inversão de papeis em relação ao que foi apresentado no primeiro tempo. Mesmo atacando mais, a Raposa não conseguiu igualar o marcador, e terá que reverter a vantagem no jogo de volta no Gigante da Pampulha.
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sábado, 3 de maio de 2014

No Mané Garrincha, reservas do Cruzeiro vencem o Atlético-PR

No Mané Garrincha, em Brasília, o Atlético-PR recebeu os reservas do Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro neste sábado e foi derrotado por 3 a 2. Apenas com Fábio e Bruno Rodrigo de titulares, o time mineiro superou os paranaenses com gols de Nilton, Souza e Marcelo Moreno, enquanto que Ederson e Marcelo Cirino descontaram para o Furacão.
Atlético-PR x Cruzeiro (Foto: Site oficial do Atlético-PR)Veja Também:
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Com a vitória em Brasília, o Cruzeiro alcançou os sete pontos após três rodadas disputadas, ocupando a liderança provisória do Brasileirão. Já o Atlético-PR é o oitavo, com quatro pontos.
O próximo compromisso do Atlético-PR pelo Campeonato Brasileiro será o Internacional, no Beira-Rio, no próximo sábado. Já o Cruzeiro realizará o clássico mineiro com o Atlético-MG, no domingo da semana que vem no Estádio Independência.
O jogo - Mandante no Mané Garrincha, o Atlético-PR logo tratou de pressionar os reservas do cruzeiro na zona defensiva mineira, acionando muitas vezes o atacante Marcelo. Já a tática da Raposa durante o primeiro tempo foi a troca de passes, valorizando a posse de bola.
O Atlético-PR tirou o placar do zero aos 23 minutos da primeira etapa. Natanael cruzou da esquerda e Ederson pulou para cabecear, ganhando de Wallace e colocando a bola no contrapé do goleiro Fábio para marcar o primeiro tento do confronto.
O gol mudou a postura do Cruzeiro, que passou a pressionar mais os defensores paranaenses. O time celeste teve chance após falta cobrada no meio da área que contou com o desvio de Bruno Rodrigo, obrigando Weverton a fazer uma grande defesa.
A tática cruzeirense surtiu efeito aos 35 minutos da primeira etapa, quando o placar voltou a ficar empatado. Após cobrança de escanteio de Egídio, Nilton sobe mais que a defesa e cabeceia para o chão, não dando chances para o goleiro Weverton defender.
A resposta do Furacão não demorou muito. Cinco minutos depois do gol cruzeirense, Marcelo deixou o Atlético-PR à frente do marcador novamente. Ederson cruzou na área e a zaga rebateu, sobrando para o atacante marcar o tento.
Na volta do intervalo, o Atlético-PR teve Dráusio expulso no primeiro minuto da segunda etapa. Com dez jogadores, o Cruzeiro adotou uma postura mais ofensiva, colocando Dagoberto no lugar de Egídio.
A superioridade numérica melhorou o jogo do Cruzeiro, que criava muitas oportunidades na segunda etapa. Aos 28, Alisson invadiu a área e Natanael derrubou o jogador. Pênalti marcado e depois cobrado por Souza, que empatou para o time mineiro.
O jogo do Furacão ficou concentrado nos contra-ataques, que levavam perigo à equipe de Minas Gerais. Mas ao mesmo tempo, deixavam a zaga desprovida. Aos 38, Marcelo Moreno aproveitou um cruzamento e virou a partida para o Cruzeiro, ganhando de dois defensores dos paranaenses.
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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Cruzeiro supera pressão paraguaia, vence Cerro Porteño e se classifica

O Cruzeiro se classificou fora de casa em partida sofrida no Paraguai (Foto: Carlos A. Juri / Textual)
Mesmo sem jogar um futebol brilhante, o Cruzeiro conseguiu cumprir o objetivo de avançar na Libertadores. Atuando no estádio General Pablo Rojas, em Assunção, a Raposa venceu o Cerro Porteño por 2 a 0, e garantiu acesso para as quartas de final da competição continental. Os celestes foram bastante pressionados, mas suportaram, e seguem na brigam pelo tricampeonato da América.

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O tento que abriu caminho para a classificação foi anotado pelo zagueiro Dedé, em um momento crucial da partida. Minutos antes do gol, a Raposa teve o zagueiro Bruno Rodrigo expulso, e mesmo assim resolveu arriscar tudo e foi premiado com uma bola na rede e com a vaga nas quartas de final da Libertadores. Já nos acréscimos, Dagoberto ainda fez o segundo fechando o marcador.
Classificado na Libertadores, o Cruzeiro dá um tempo até às quartas de final, e passa focar a disputa do Brasileirão. O técnico Marcelo Oliveira terá pouco tempo até o próximo sábado, quando a Raposa vai medir forçar contra o Furacão, jogo no Sul do Brasil.
O jogo - O jogo começou quente no Paraguai. Com menos de dois minutos, o torcedor presente no estádio General Pablo Rojas já tinha presenciado uma chance clara de gol para cada lado. Com as duas equipes perseguindo o gol, a partida foi bastante movimentada em Assunção, com brasileiros e paraguaios muito animados.
Aos oitos minutos, Ángel Romero fez ótima jogada pela esquerda e cruzou na medida para Corujo, que livre dentro da área, fuzilou Fábio, que operou milagre, salvando o Cruzeiro. Atuando em casa, o Cerro Porteño foi mais agressivo, chegando a pressionar a Raposa em vários momentos da partida.
O jogo ofensivo do Cerro Porteño criou dificuldades para os celestes, que bem marcados no campo de defesa, erraram muitos passes, resultando em alguns contra-ataques paraguaios. Aos 17, em ótima trama dos atacantes da casa, Ángel Romero acertou belo chute de primeira, com a bola explodindo no travessão de Fábio.
Com o Cerro tomando a iniciativa da partida, o Cruzeiro passou a apresentar instabilidade, principalmente na defesa, que errou muito com Dedé e Bruno Rodrigo. No ataque, as principais chances dos brasileiros nasceram de chutes de fora da área. Preocupado com o desempenho do time, Marcelo Oliveira procurou orientar os comandados a beira do campo, sem muito sucesso.
Na volta para etapa final, a expectativa era de ver um Cruzeiro atacando mais, o cenário do jogo, porém, mostrou o time da casa melhor. Os irmãos Oscar Romero e Ángel Romero deram muito trabalho para os marcadores do Cruzeiro. A todo o momento, os dois invertiam as posições pelos lados do campo, criando boas jogadas na maioria das vezes.
Em contrapartida, peças importantes do time mineiro, como Everton Ribeiro, Ricardo Goulart, Willian e Júlio Baptista foram discretos, aparecendo apenas em lances esporádicos, como em um arremate cruzado de Júlio Baptista, que obrigou Fernández a trabalhar. Para aumentar o poder de fogo do Cruzeiro, Borges e Dagoberto foram acionados.
As alterações deixaram o Cruzeiro melhor, com as trocas de passes funcionando e a equipe conseguindo equilibrar o duelo. Após os 25 minutos, os brasileiros passaram concluir mais contra a meta paraguaia. Como o empate favorecia ao Cerro Porteño, o técnico Arce viu sua equipe jogar nos contra-ataque, tentando surpreender os mineiros.
A vida dos cruzeirenses poderia ficar ainda mais complicada quando o zagueiro Bruno Rodrigo recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Precisando vencer o jogo, Marcelo Oliveira não quis recompor a defesa, correndo riscos nos ataques do Cerro Porteño. A ousadia celeste foi premiada aos 35, com Dedé, que desviou falta cobrada por Everton e abriu o placar. Aos 48, ainda teve tempo para Dagoberto arrancar em velocidade e marcar o segundo, fechando o marcador.


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domingo, 27 de abril de 2014

Antônio Carlos marca no fim e dá empate ao São Paulo contra Cruzeiro Com gol nos últimos minutos, o zagueiro iguala o placar e Tricolor segue invicto no Brasileirão

O empate com o Cruzeiro, pela 2ª rodada, deixa o São Paulo na segunda posição do Campeonato Brasileiro.Em meio às negociações para anunciar o atacante Alan Kardec, do Palmeiras, o São Paulo conseguiu o empate contra o Cruzeiro, neste domingo, nos acréscimos da partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Depois de Julio Baptista ter inaugurado a contagem para a equipe mineira, Antônio Carlos marcou de cabeça nos acréscimos para assegurar o placar por 1 a 1.
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Em partida realizada no estádio João Havelange, conhecido como Parque do Sabiá, em Uberlândia, a Raposa contou com falta muito bem cobrada por Júlio Baptista para abrir o placar. Porém, já no fim do jogo, Antônio Carlos mostrou seu poder ofensivo para aproveitar cobrança de falta de Osvaldo e mandar para o gol.

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O São Paulo, que internamente já dá como certa a contratação de Alan Kardec, continua invicto no Brasileirão. Depois da vitória sobre o Botafogo na primeira rodada, o time de Muricy Ramalho fica com quatro pontos, mesmo número do Cruzeiro.
A partida deste domingo não pôde ser disputada em Belo Horizonte por conta de uma punição recebida pelo Cruzeiro, em consequência de incidentes no clássico contra o Atlético-MG, no Brasileirão do ano passado.
Pelo Nacional, o São Paulo volta a campo no sábado, diante do Coritiba, no estádio do Pacaembu, já que o Morumbi não poderá ser utilizado por conta de um show. No mesmo dia, o Cruzeiro joga como visitante diante do Atlético-PR, no Mané Garrincha, em Brasília.
Antes do jogo pelo Brasileirão, a equipe celeste tem importante compromisso pela Copa Libertadores da América. O duelo será contra o Cerro Porteño, na quarta-feira, em Assunção, pelas oitavas de final.
O jogo - As duas equipes apostaram na marcação sob pressão para o início da partida. Mesmo assim, o Cruzeiro criou chance em chute de Willian, que recebeu de Everton Ribeiro pela esquerda, puxou para o meio e arremato nas mãos de Rogério Ceni. Do outro lado, Boschilia também finalizou de fora da área, errando o alvo.
Ainda no começo do jogo, o técnico Muricy Ramalho teve de promover sua primeira alteração, pois o lateral direito Douglas sentiu lesão e foi substituído por Luis Ricardo. Com dificuldade dos dois times em invadir a área, Alexandre Pato tentou achar uma solução finalizando de fora da área, mas mandou sem direção, por cima do gol.
A primeira, e única, grande chance do primeiro tempo saiu aos 23 minutos. Depois de cobrança de falta para a área, três cruzeirenses apareceram livres diante de Rogério Ceni, mas Ricardo Goulart desperdiçou a oportunidade, cabeceando para fora. Do outro lado, o Tricolor seguiu buscando apenas em chutes de fora da área, sem eficiência. Quando o time visitante investiu na jogada aérea, Alexandre Pato não alcançou.
Já no fim da etapa, a torcida são-paulina viu um motivo para ter esperança, pois o árbitro assinalou falta perto da área, ao observar toque de mão de Henrique em disputa com Alexandre Pato. Fábio é o goleiro que mais sofreu gols de Rogério Ceni, mas o capitão são-paulino bateu por cima do travessão.
O São Paulo voltou ao segundo tempo mais presente no ataque, e Alexandre Pato cruzou por baixo no primeiro minuto para Luis Fabiano, mas Samudio tirou antes de o centroavante dominar. A resposta do Cruzeiro foi fatal. Dedé roubou a bola na zaga e fez o lançamento para Willian, que driblou Rodrigo Caio e sofreu falta, na meia-esquerda. Assim, aos quatro minutos, Júlio Baptista fez a cobrança muito bem, por cima da barreira para superar Rogério Ceni, que nem sequer teve tempo de se mexer.
O técnico Marcelo Oliveira até preparava a entrada de Borges quando o placar estava inalterado, mas desistiu da mudança com o gol. Assim, foi Muricy Ramalho quem decidiu alterar. O atacante Osvaldo entrou no lugar do meia Boschilia. Mesmo assim, o Cruzeiro se posicionou bem em campo, impedindo os avanços do oponente.
Como o São Paulo passou a buscar com mais intensidade o ataque, Marcelo Oliveira percebeu que deveria incomodar também na frente e trocou, substituindo Júlio Baptista por Borges. O time mineiro se fechou ainda mais com a vantagem, mas sempre atento aos contragolpes. Porém, nos acréscimos, Antônio Carlos aproveitou cobrança de falta e mandou de cabeça para as redes.
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domingo, 20 de abril de 2014

Bahia perde na Fonte Nova em estreia do Brasileirão Tricolor começa Série A perdendo pontos dentro de casa

Demerson e Julio Baptista em disputa pela bolaTinha tudo para ser uma bela festa tricolor na Arena Fonte Nova. Estreia na Série A diante do torcedor e jogo que marcou a entrega das faixas de campeão baiano. Mas, esqueceram de avisar aos convidados.

Mesmo com o time quase todo reserva, o Cruzeiro não tomou conhecimento das comemorações e venceu o Bahia por 2 a 1, neste domingo (20). Nilton e Borges marcaram os gols para o time mineiro. Talisca, de pênalti, descontou.

Após a largada com derrota em casa para o atual campeão brasileiro, o Esquadrão vai até Santa Catarina tentar a primeira vitória no Brasileirão. O time baiano enfrenta o Figueirense no próximo domingo (27), pela segunda rodada da competição.

O JOGO

A primeira boa chance da partida foi do time visitante. Logo aos quatro minutos, Willian recebeu boa bola dentro da área, dividiu com Lomba, mas o goleiro conseguiu mandar para escanteio.

O time celeste ainda teve uma boa chance de abrir o placar em jogada de bola parada na primeira etapa. Aos 28, Souza cobrou falta colocada e acertou a rede pelo lado de fora.

Um minuto depois foi o Bahia quem assustou, e chegou com perigo pela primeira vez. Rhayner recebeu boa bola na esquerda, invadiu a área, mas cruzou com força e Maxi não conseguiu chegar a tempo.

O Tricolor ainda teve a última boa chance do primeiro tempo. Maxi chutou forte do lado esquerdo da área e Fábio fez boa defesa para salvar.

SEGUNDO-TEMPO

Assim como no primeiro tempo, a Raposa teve a primeira boa chance da segunda etapa. Após cruzamento da esquerda, Borges se antecipou à zaga, desviou de cabeça e a bola bateu na rede pelo lado de fora.

A resposta do Bahia veio minutos depois. Diego Macedo fez bela jogada na direita, deixou o adversário no chão e tocou para Maxi na área. Mas, o argentino demorou de chutar e permitiu a chegada da marcação para travar.

Porém, não demorou para o time mineiro assustar novamente. Aos 14 minutos, Souza arriscou chute de fora da área e acertou a trave de Marcelo Lomba.

Após o lance, o técnico Marquinhos Santos fez a primeira mudança no Bahia. Lincoln saiu para a entrada de Rafinha.

Mas, aos 17, o Cruzeiro chegou ao gol. Marlone cobrou escanteio e Nilton subiu mais que a zaga para desviar de cabeça sem chances para Lomba.

Dois minutos depois, o Tricolor quase chegou ao empate. Rhayner chutou de longe e Fábio deu rebote. O próprio atacante tentou completar, mas o goleiro saiu do gol para fazer nova defesa.

Em seguida, o técnico tricolor fez a segunda alteração e colocou Jeam no lugar de Maxi. Já aos 30 Marquinhos queimou o último cartucho e colocou Pittoni no lugar de Rafael Miranda.

Aos 33, após troca de passes com Diego Macedo, Rhayner foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti para o Bahia.  Na cobrança, Talisca descolocou Fábio para empatar a partida.

Mas, aos 44 minutos, em jogada muito parecida com a do primeiro gol, o Cruzeiro voltou à frente do placar. Marlone cobrou escanteio, Marcelo Moreno desviou de cabeça e acertou o mesmo canto direito de Lomba para dar o triunfo aos mineiros.

Bahia 1 x 2 Cruzeiro
Série A - 1ª rodada

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 20 de abril de 2014
Horário: 16h
Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira (ASP-FIFA-SP) e os assistentes Flávio Gomes Barroca (CBF-1-RN) e Lorival Cândido das Flores (CBF-1-RN).
Cartões amarelos: Nilton, Willian, Tinga (CRU); Fahel, Rhayner, Pará, Titi (BAH)
Gols: Nilton (CRU); Talisca (BAH)

Bahia
Marcelo Lomba; Diego Macedo, Titi, Demerson e Pará; Fahel, Rafael Miranda (Pittoni), Lincoln (Rafinha) e Anderson Talisca; Maxi Biancucchi (Jeam) e Rhayner.

Cruzeiro
Fábio; Mayke, Léo, Alex e Egídio; Souza, Nilton, Tinga (Willian Farias) e Marlone; Willian (Alisson) e Borges (Marcelo Moreno).
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Samudio evita desastre e garante empate do Cruzeiro no último minuto Resultado deixa a vaga em aberto para a próxima partida, no Paraguai

Empate deixa em aberto a decisão da vaga para as quartas de final da competição (Foto: Textual)A disputa das oitavas de final da Libertadores não começou da forma que o Cruzeiro esperava. Jogando no Mineirão, a Raposa foi surpreendida pelos paraguaios do Cerro Porteño e não passou de um empate em 1 a 1. O resultado deixa a vaga para a sequência da competição continental totalmente em aberto.
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Durante a maior parte do jogo o Cruzeiro dominou as ações, mas não soube transformar a superioridade em gols. Após um chute cruzado para a área celeste, Angel Romero foi mais esperto que a defesa e desviou para as redes de Fábio. Na etapa final, a Raposa reagiu e empatou o confronto com Samudio já nos acréscimos. No jogo de volta, o vencedor se classifica, empate sem gols dá Cerro Porteño, novo 1 a 1 leva para os pênaltis e 2 a 2 em diante dá Cruzeiro.
O jogo de volta entre Cruzeiro e Cerro Porteño será realizado no dia 30 de abril, no Paraguai, mas antes disso, a Raposa passa a concentrar forças na disputa do Campeonato Brasileiro. Os celestes estreiam na competição nacional, domingo, contra o Bahia, em Salvador.
O jogo - Jogando em casa, o Cruzeiro iniciou a partida pressionando muito os paraguaios em busca do gol. Acuado, o Cerro Porteño encontrou muitas dificuldades para ultrapassar a linha divisória do campo, tamanha foi à pressão celeste no Gigante da Pampulha. Aos seis minutos, em cobrança de falta ensaiada, Samudio mandou a bomba de fora da área, obrigando Fernández a fazer grande defesa.
A blitz cruzeirense continuou intensa, e Everton Ribeiro também teve ótima chance de abrir os trabalhos, mas o tiro voltou a parar nas mãos do goleiro visitante. A movimentação de Elber, Willian e Everton Ribeiro confundiu muito a marcação da equipe paraguaia, que só não foi vazada antes dos 15 minutos por milagre.
Preocupado com a postura do time em campo, Arce tentou orientar os comandados a beira do gramado, cobrando uma melhora na saída de bola. Mas a recomposição da Raposa se mostrou mais eficiente, fator que colaborou para o Cruzeiro dominar inteiramente as ações, com um número expressivo de finalizações.
A primeira oportunidade do Cerro Porteño de ameaçar Fábio só apareceu aos 25, quando a zaga do Cruzeiro vacilou e permitiu Angel Romero aparecer por trás da defesa brasileira, mas o atacante chegou um pouco atrasado para finalizar. Após este lance, a Raposa continuou com as rédeas da partida, mas sem conseguir balançar as redes, e acabou sendo castigada.
Aos 31, o que parecia improvável aconteceu no Mineirão, Corujo fez cruzamento para a área e Angel Romero desviou sem chance para Fábio, abrindo o placar de forma surpreendente. Percebendo o esforço da equipe, a torcida celeste continuou apoiando o time, que perdeu um pouco do ímpeto do começo do jogo, reflexo do gol paraguaio.
No retorno para a etapa final, o Cruzeiro voltou bastante ofensivo na busca pelo empate, mas deixou muitos espaços para a equipe adversária, que quase aproveitou logo aos quatro minutos, quando Oscar Romero ganhou na velocidade e bateu cruzado para grande defesa de Fábio.
O cenário do segundo tempo apresentou uma Raposa procurando o ataque a qualquer custo, em alguns momentos sem qualquer tipo de estratégia, demonstrando claro nervosismo, mas dando o contra-ataque para o Cerro. Com isso, o jogo ganhou cenas de dramaticidade para o torcedor cruzeirense nas cadeiras do Mineirão.
Marcando na maioria das vezes atrás da linha da bola, os visitantes procuraram dificultar ao máximo as jogadas do Cruzeiro, isso obrigou os celestes a arriscarem vários tiros de fora de área, quase todos sem a pontaria ideal. Aos 48, após bate e rebate dentro da área do Cerro Porteño, Samudio conseguiu em fim mandar para as redes, empatando o jogo no Mineirão.
Bolívar tira empate com o León no México - O Bolívar voltou a surpreender pelas oitavas de final da Libertadores e arrancou um empate com o León, no México. Os anfitriões até abriram o placar com Montes, no primeiro tempo, mas os bolivianos empataram no fim da etapa complementar, com Callejón. Já na volta do intervalo, Arce virou o jogo, enquanto Boselli diminuiu o prejuízo para os mexicanos, deixando tudo igual no marcador.
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domingo, 13 de abril de 2014

Cruzeiro empata com Atlético-MG e conquista título invicto Resultado favoreceu o Cruzeiro, que fez melhor campanha na primeira fase

Dedé, Maion e Ceará disputam bola por Cruzeiro e Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini)
Minas Gerais é azul. Cruzeiro é Atlético-MG fizeram um grande clássico neste domingo, no Mineirão, mas como uma das duas equipes precisava sair com a taça, os deuses do futebol optaram pela Raposa, que ficou com o título de Campeão Mineiro, impedindo o tricampeonato do arquirrival. O empate em 0 a 0, mesmo placar da partida de ida, favoreceu o Cruzeiro, que fez melhor campanha na primeira fase e fica a taça de forma invicta.
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Fábio quer Cruzeiro com postura ofensiva na final
O domingo já havia começado bem para o Cruzeiro, que pela manhã, conquistou o título da Superliga masculina de vôlei, jogando no Mineirinho. Para completar a festa, a conquista do Mineiro veio em cima do Galo coroando a campanha sem nenhuma derrota na centésima edição do Estadual.
Com o fim do Campeonato Mineiro, Cruzeiro e Atlético-MG passam a concentrar forças na disputa da Libertadores e no Campeonato Brasileiro. Na competição continental, a Raposa vai duelar contra os paraguaios do Cerro Porteño e o Galo vai encarar os colombianos do Atlético Nacional.
O jogo - O superclássico mineiro começou de forma eletrizante, com a primeira oportunidade de gol aparecendo logo no primeiro minuto. O volante Lucas Silva encontrou espaço e mandou uma verdadeira bomba contra a meta atleticana, acertando o travessão de Victor e levantando o torcedor celeste nas cadeiras do Gigante da Pampulha.
Jogando com o mando de campo e com a maioria absoluta da torcida, o Cruzeiro adotou uma postura diferente do jogo de ida, quando priorizou a defesa. Neste domingo, a Raposa procurou ser bem mais ofensiva, agredindo o Galo, que mesmo precisando da vitória, não imprimiu um ritmo acelerado no início do duelo.
A primeira chance dos atleticanos na partida aconteceu aos 11, quando Ronaldinho tabelou com Alex Silva, que tentou assistência para Tardelli, mas a zaga cruzeirense aliviou o perigo. Após este lance, o Atlético-MG melhorou a saída de bola, que vinha apresentando falhas, isso deu mais dinamismo ao clássico.
No duelo tático, Júlio Baptista, Ricardo Goulart, Everton Ribeiro e Dagoberto se movimentaram muito, inclusive, com troca de posições na tentativa de confundir a marcação do Galo. No time alvinegro, Tardelli hora aparecia na esquerda, hora na direita, dando opções para Guilherme e Ronaldinho, que tinham a função de armar o meio-campo atleticano.
Em um dos melhores lances do jogo, Everton Ribeiro arrancou com liberdade e tentou um toque por cobertura na saída de Victor, mas o armador celeste errou o alvo, em uma oportunidade clara de gol. Aos 25, foi a vez de Júlio Baptista tentar balançar as redes do Galo, mas dessa vez, Victor trabalhou bem com grande defesa.
Com o Cruzeiro terminando o primeiro tempo de forma mais agressiva, o técnico Paulo Autuori entendeu que era necessário dar mais velocidade para a equipe atleticana, por isso, decidiu trocar Guilherme por Fernandinho. A alteração fez o Galo melhorar no jogo, mas deu mais espaços para o contra-ataque da Raposa.
Com o passar do tempo e o placar inalterado, o nervosismo começou a tomar conta dos jogadores do Atlético-MG, que passaram a abusar das faltas mais ríspidas, o que obrigou o técnico Paulo Autuori a pedir calma para os comandados. Aproveitando a instabilidade dos adversários, o Cruzeiro quase marcou aos 12, em arremate de Ricardo Goulart, que passou perto da trave de Victor.
Após os 20 minutos, o Atlético-MG adiantou as linhas de marcação e passou a permanecer com a posse de bola no ataque, perseguindo o gol. Em uma boa trama ofensiva, Fernandinho lançou Tardelli, que dividiu com Fábio, que salvou os celestes. Marcelo Oliveira optou por fechar a equipe, sacando Dagoberto para entrada do volante Souza.
A partir deste momento, tensão passou a predominar no Gigante da Pampulha, com o Galo procurando o ataque, enquanto a Raposa se aproveitava do regulamento para se defender e tentar as jogadas em velocidade, o que deixou o confronto totalmente em aberto até o apito final para que o grito de campeão pudesse finalmente ecoar no Mineirão.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cruzeiro supera La U e segue na briga para chegar às oitavas Campeão brasileiro joga bem e vence chilenos em seu território

Zagueiro do Cruzeiro é sempre opção de altura na área adversáriaO Cruzeiro está vivo na Libertadores. A Raposa encarou os chilenos da Universidad de Chile com a obrigação de vencer para não ser eliminado precocemente da principal competição de clubes das Américas, e os celestes não decepcionaram. Os cruzeirenses triunfaram por 2 a 0, em pleno estádio Nacional, em Santiago, e vai decidir a vaga para as oitavas na última rodada.
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Na maior parte do tempo, o Cruzeiro foi aquela equipe que a torcida se acostumou a ver envolvendo os adversários na última edição do Brasileirão. Como prêmio os mineiros garantiram a vitória com gols de Bruno Rodrigo e do paraguaio Samudio. A Raposa chegou aos sete pontos, contra nove da La U e dez do Defensor-URU, deixando as vaga do Grupo 5 para serem decididas na última rodada.
Na sequência da Libertadores, o Cruzeiro encerra a fase de grupos recebendo os peruanos do Garcilaso, no dia 9 de abril, no Mineirão. Mas antes disso, a Raposa terá pela frente o clássico contra o arquirrival Atlético-MG, pela final do Mineiro.

O jogo

Precisando da vitória a qualquer custo, o Cruzeiro iniciou a partida pressionando a saída de bola dos chilenos, mas os donos da casa não sentiram a pressão e apostaram na troca de passes. Com isso, o jogo apresentou equilíbrio de forças nos primeiros minutos, com os dois times se estudando bastante.
Como a estratégia inicial dos celestes não surtiu o efeito desejado, o técnico Marcelo Oliveira recuou suas linhas ofensivas, dando liberdade para a La U até o meio-campo, quando tentava dar o bote para armar o contra-ataque. A postura tática de brasileiros e chilenos não permitiu um grande número de finalizações, mas nem por isso a partida deixou de ser boa.
A primeira chance de real perigo só apareceu aos 12 minutos, em chute de Júlio Baptista de fora da área, que passou perto da trave direita de Herrera. Com o passar do tempo, o Cruzeiro foi entendendo melhor o jogo, e acabou abrindo o placar com o zagueiro Bruno Rodrigo, que aproveitou cobrança de falta de Everton Ribeiro para subir mais que a zaga chilena para mandar de cabeça para o fundo das redes.
O gol cruzeirense deu mais confiança para a Raposa e mudou o ritmo da partida, que ganhou em velocidade, já que a Universidad de Chile foi obrigada a perseguir o empate empurrada pela torcida, que não lotou o estádio Nacional, em Santiago, mas apoiou bastante. Aos 27, Mora tentou um toque por cobertura na saída de Fábio e quase igualou o marcador.
Aos 35, o lateral Ceará levou bola nas costas e permitiu Mora sair na cara de Fábio, que fechou o ângulo do atacante da La U, que tentou acertar o canto do goleiro celeste, mas errou o alvo, em um grande momento dos donos da casa. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Cruzeiro perdeu rendimento e foi dominando, mas resistiu sem ser vazado.
Em um vacilo da zaga da La U, Ricardo Goulart lançou o lateral Samudio, que aos 40, teve a calma necessária para tocar na saída de Herrera dilatando o marcador para a equipe brasileira. Com a vantagem de dois gols, o Cruzeiro transferiu a responsabilidade de buscar o resultado para os chilenos, que voltaram para a etapa final pressionando de todas as formas.
Com dez minutos, a Universidad de Chile criou ao menos três boas chances de chegar ao gol cruzeirense, mas com o passar do tempo, a equipe da casa foi aparentando nervosismo e errando jogadas simples, que acabou facilitando para zaga da Raposa. Com a bola nos pés, o time de Marcelo Oliveira tentou cadenciar a partida para controlar a pressão adversária.
Na base do abafa, a La U perseguiu o gol de todas as formas, o que obrigou o Cruzeiro a priorizar a defesa, com a entrada de Souza na vaga de Ricardo Goulart. Aos 24, foi justamente Souza que conseguiu gerar uma jogada de perigo para os visitantes em bom chute de longa distância, que forçou Herrera a mandar para escanteio.
Na última parte do jogo, a La U já não tinha mais a mesma força do início do duelo para perseguir o gol, o que colaborou para o time brasileiro conseguir administrar a vantagem correndo risco apenas moderado no finalzinho. A expulsão de Caruzzo por jogada violenta acabou com qualquer possibilidade de reação dos donos da casa, que amargaram o revés que complica a situação no Grupo 5.
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