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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Herói do São Paulo no Mundial tem vida reclusa na Alemanha por 'projeto de família'

Mineiro comemora com Amoroso o gol no Mundial de 2005Foi há exatos dez anos, em 18 de dezembro de 2005, que o São Paulo pintou o mundo de vermelho, preto e branco após a vitória por 1 a 0 contra o Liverpool na final do Mundial de Clubes. O gol do título veio de um herói improvável. O baixinho Mineiro, de apenas 1,69m, apareceu por trás da zaga e tocou para as redes após passe de Aloísio. Uma década depois, onde estaria o ex-camisa 7 do time tricolor?



Após sagrar-se herói em 2005, o volante ficou mais uma temporada no clube do Morumbi e deixou a equipe com outra conquista, o Campeonato Brasileiro de 2006. Ainda na temporada pós-título mundial, Mineiro foi convocado pela seleção brasileira para a Copa do Mundo, na Alemanha, o país que se tornaria o próximo destino do jogador.
Ele deixou o São Paulo e desembarcou na capital alemã para defender o Hertha Berlin, onde atuou até 2008. Os bons desempenhos renderam a contratação para o Chelsea, mas, na Inglaterra, o volante não teve muito sucesso.


O jeito foi voltar para a Alemanha, desta vez para defender o Schalke 04. O jogador ainda teve uma passagem pelo modesto TuS Koblenz até se aposentar em 2011. Mesmo depois de pendurar as chuteiras, ele continuou por lá, longe dos holofotes e também dos torcedores brasileiros.
"Quando eu fui para a Europa, praticamente já tínhamos um projeto de continuar por lá mesmo depois que eu terminasse minha carreira. Em 2011, encerrei minha carreira e, junto com a família, decidimos continuar na Alemanha como um projeto de família", disse, agora aos 40 anos.
Antes de ir para a Europa, Mineiro não jogou só no São Paulo. O volante começou no Guarani e passou por Ponte Preta e São Caetano antes de ser contratado pelo time do Morumbi.
Mineiro finaliza para dar o gol do título mundialNa passagem de dois anos com a camisa tricolor, ele conquistou, além do Mundial e do Brasileiro, um Paulista e uma Libertadores.
"Foi um período bastante importante. Talvez nem os mais otimistas dos tricolores esperassem que nossa equipe pudesse chegar tão longe, mas fico feliz, porque os atletas que montaram o elenco naquela oportunidade entenderam rapidamente o projeto do São Paulo. Mesmo com as limitações, sem estrelas, tínhamos uma equipe forte, competitiva, e grande parte dos projetos de 2005 e 2006 foram conquistados. Talvez se eu não tivesse feito o gol, eu me consideraria com a mesma responsabilidade, mais por ter participado do elenco naquela ocasião", contou.

Apesar de ter sido o autor do gol do título mundial de 2005 e um dos principais jogadores naquela competição, Mineiro não se considera um herói. "Considero que todos que participaram dessa conquista, direta ou indiretamente, são heróis. Todos os atletas que estiveram participando ali, até mesmo em uma dimensão maior, aquelas pessoas que estiveram nos dando cobertura para que a gente tivesse a estrutura para estar naquele Mundial, todos esses são heróis", afirmou.

"Na verdade, algumas pessoas acabam aparecendo mais pelo gol, por uma situação ou outra. Mas, no meu ponto de vista particular, todos foram heróis."
Mas o que é certo é que aquele gol contra o Liverpool "ajudou" no futebol europeu. "A ida para a Europa foi um novo recomeço, na verdade, mesmo porque eu nunca fui jogador para fazer lobby. Sempre que as pessoas vão pesquisar para ter mais informações, logicamente, elas associavam algumas participações na seleção brasileira e também ao gol do título de 2005", explicou."Na verdade, algumas pessoas acabam aparecendo mais pelo gol, por uma situação ou outra. Mas, no meu ponto de vista particular, todos foram heróis."
"Principalmente depois que eu fui pra Europa que eu pude ter uma compreensão maior do que é o futebol internaconal, do que são os investimentos, a estrutura que é concedida lá fora. Cada ano que passa, a gente entende mais a importância desse título pro São Paulo. A gente fica feliz por ter tido parte nessa conquista", disse.
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domingo, 28 de setembro de 2014

Com golaço de Conca, Flu vence São Paulo em jogo de 2º tempo elétrico e dorme no G-4

Em jogo de um tempo, Fluminense vence o São Paulo e volta ao G4 Alex Silva/PhotocameraEm um jogo arrastado na primeira etapa e totalmente elétrico nos 45 minutos finais, o Fluminense superou o São Paulo neste sábado no Morumbi, por 3 a 1, em partida que fechou a jornada de sábado da 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Fred, Wágner e Conca marcaram para os cariocas. Pato descontou.

Com o resultado, o time de Cristóvão Borges - que vinha de uma sequência de três jogos sem vencer - chega aos 40 pontos e dormirá na quarta colocação. O clube dependerá de derrotas de Atlético-MG, Grêmio e Corinthians para seguir na zona da Libertadores. O São Paulo, que não contou com o técnico Muricy Ramalho no banco, chega a quatro jogos sem vencer, mas segue em terceiro, com 43, a dez do líder Cruzeiro.
A primeira etapa se resumiu a um jogo sem fortes emoções, com mais marcação e disputa intensa no meio de campo. Foram necessários 39 minutos até uma chance real de gols ser criada. E foi do São Paulo. Após cruzamento de Auro da direita, Kardec deu leve toque e Pato, na parte esquerda da área, chutou para boa defesa de Diego Cavalieri.
Um marasmo compensado por um segundo tempo mais elétrico.
Em 15 minutos, o placar já apontava 1 a 1. No placar das chances, o São Paulo liderava com três. Mas, na primeira delas, Kaká dominou errado um passe primoroso de Pato e, na frente de Cavalieri, não conseguiu sequer chutar. E se o meia são-paulino falhou, o mesmo não se pode dizer de Fred.
Aos sete minutos, Cícero, aberto na direita, passou para o Conca. O argentino levantou a cabeça e arriscou o passe pelo alto. Fred, com um leve e preciso toque com o pé esquerdo fez o suficiente para superar Rogério e fazer 1 a 0.
A vantagem, porém, não durou quatro minutos. Primeiro, Denilson arriscou chute de fora da área e exigiu boa defesa de Cavalieri. Na sequência, Alan Kardec - recebeu na direita e cruzou na medida, para Pato chutar, estufar as redes e empatar o confronto.
O São Paulo ensaiou uma pressão e tentava chegar na base dos cruzamentos, quase todos bem rebatidos e defendidos pela defesa da equipe carioca. No fim, foi o Flu que conseguiu outro gol. Aos 27 minutos, Fred driblou Denilson no meio e passou para Wagner. Na parte esquerda da área, o meia trouxe para o meio e chutou de direita, cruzado, para fazer 2 a 1. No fim, Conca, em cobrança magistral de falta, fez 3 a 1 e fechou o triunfo.
Na próxima rodada, o São Paulo volta a campo no sábado, dia 4 de outubro, contra o Grêmio, às 16h20, em Porto Alegre. No mesmo dia e horário, o Fluminense recebe o Bahia no Mané Garrincha, em Brasília.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 3 FLUMINENSE
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP) 
Data: 27 de setembro de 2014, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília) 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG) 
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Celso Luiz da Silva (ambos de MG)
Cartões amarelos: Antônio Carlos, Denilson (São Paulo). Elivélton (Fluminense)
Público total: 16.131
Renda: R$ 581.420,00
Gols: SÃO PAULO: Alexandre Pato, aos 12 minutos do segundo tempo
FLUMINENSE: Fred, aos 8, e Wagner, aos 27, e Conca, aos 45 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Auro, Edson Silva, Antônio Carlos e Álvaro Pereira (Reinaldo); Denilson, Souza (Osvaldo), Kaká e Ganso; Alexandre Pato e Alan Kardec (Luis Fabiano)
Técnico: Milton Cruz
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Edson), Elivélton, Marlon e Chiquinho (Carlinhos); Rafinha, Jean, Cícero, Conca e Wagner; Fred (Rafael Sobis)
Técnico: Cristóvão Borges
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domingo, 17 de agosto de 2014

Com pivô de rusga e no auge da inimizade; Pacaembu encontra Palmeiras e São Paulo em pé de guerra

Alan Kardec é pivô de rusga envolvendo Palmeiras e São Paulo"O Corinthians é adversário. O São Paulo, inimigo". A frase de Oberdan Cattani, ex-goleiro ídolo do time alviverde, define a rivalidade do Choque Rei, iniciada principalmente em 1942, quando o time tricolor tentou tomar o Palestra Itália e causou a ira palestrina. Setenta e dois anos depois, os dois clubes vivem novo auge na rixa que atravessou os anos e se aflorou ainda mais em 2014. E o pivô da atual rusga, o atacante Alan Kardec, estará em campo no duelo deste domingo, no Pacaembu.
O presidente Paulo Nobre rompeu ligações com o São Paulo depois de o rival atravessar as negociações com o centroavante e levá-lo para o Morumbi. Um dos principais jogadores do Palmeiras até o meio do ano, Alan Kardec estava quase fechado para renovar seu vínculo com o clube quando o mandatário alviverde tentou barganhar R$ 20 mil em seu salário. Revoltado, o atleta decidiu ouvir outras propostas e acertou justamente com o arquirrival.
Nobre ficou revoltado com Carlos Miguel Aidar, então recém-eleito presidente são-paulino. "O São Paulo foi extremamente antiético, como isso não é um privilégio do Palmeiras. Se você perguntar para outros clubes, vão falar do conceito que tem o São Paulo. Isso é desde a base. Eu já fui consultado por outros presidentes porque eles têm essa prática horrorosa de assediar jogador do adversário".
Aidar rebateu em seguida ironizando o presidente rival. "A manifestação do presidente Paulo Nobre chega a ser patética. Demonstra, infelizmente, o atual tamanho da Sociedade Esportiva Palmeiras, que, ano após ano, se apequena com manifestações dessa natureza. O choro é livre", disse, em palavras que enfureceram a cúpula do Palmeiras. No mês passado, por exemplo, Nobre se negou até a estender a mão para cumprimentar o são-paulino.
"Em nível de diretoria, a relação entre clubes é péssima desde os anos 1940 e com certeza nessa negociação não vai ser diferente. O Palmeiras não é bonzinho, somos éticos. E vamos continuar com essa política porque acreditamos que é assim que se faz política", lembrou Nobre, confirmando que enquanto Aidar for presidente não vai ter nenhum tipo de relação com o São Paulo.
A rixa entre os dois times começou em 1942. O Palestra Itália era obrigado pelo governo a mudar de nome por causa da perseguição a italianos durante a Segunda Guerra Mundial. O São Paulo, se aproveitando da situação, tentou tomar o estádio do clube alviverde, em atitude que gerou ira do clube que passou a se chamar Palmeiras. O relacionamento entre os times jamais foi o mesmo desde então.


O clássico deste domingo será o primeiro desde o episódio envolvendo o atacante Alan Kardec, que vai estar em campo com a camisa tricolor. E bem em uma época conturbada para ambos os clubes. O Palmeiras não vence há oito jogos no Campeonato Brasileiro e está perto da zona de rebaixamento, enquanto o São Paulo acabou de ser eliminado da Copa do Brasil se maneira precoce. O Choque Rei tem tudo para estremecer o Pacaembu.
fonte espn 
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Proposta do Barça por Douglas foi tão incrível que virou confidencial no SP

O Barcelona, equipe modelo do futebol mundial e que provocou com Pep Guardiola a última revolução tática e de gestão esportiva no planeta, negocia com o lateral direito Douglas, patinho feio e principal alvo das críticas da torcida do São Paulo. Pois o choque tido por grande maioria da torcida diante da informação foi semelhante na diretoria são-paulina: de início, não se acreditou que o Barcelona quisesse, mesmo, o jogador. E isso fez com que o presidente Carlos Miguel Aidar e o vice de futebol Ataíde Gil Guerreiro transformassem a negociação em segredo absoluto por três semanas.
Jonne Roriz/Getty Images
Tudo começou quando intermediários do Barcelona, com permissão para negociar pelo clube, desembarcaram no Brasil com o objetivo de sondar a compra dos direitos econômicos de Rodrigo Caio, que impressionou os gigantes europeus em atuações pela seleção brasileira sub-20, um mês antes. O São Paulo pediu mais de 20 milhoes de euros (R$ 60 milhões), o Barça se afastou e anulou qualquer possibilidade de contratar o jovem zagueiro quando ele sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo - operou e só volta a jogar em 2015. Mas os olhos dos catalães estavam atentos, também, ao lateral direito no patamar exato para ser reserva do clube: Douglas. Assim, as conversas começaram entre clubes e jogador, partindo da Traffic, que detém 40% dos direitos econômicos do atleta e agencia a carreira - a empresa negociou Keirrison e Henrique com o Barça, no passado.  

O Barcelona tenta se livrar a qualquer custo de Daniel Alves - São Paulo diz que é inviável repatriar o ex-lateral da seleção brasileira -, tem Martin Montoya como titular e procura alguém para ser reserva. Douglas, com a medida certa de ambição e - na visão do Barça - a medida certa de talento, virou um dos alvos.

Tão logo as conversas entre Barcelona, Douglas e Traffic chegaram aos ouvidos de Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro, a dupla de dirigentes criou total secretismo com a informação. Ninguém poderia saber. Segundo a diretoria do São Paulo, o Barcelona está disposto a pagar incríveis 12 milhões de euros (R$ 36 milhões). Muricy Ramalho foi consultado, e apesar de ser fã de Douglas, não se opôs. Não poderia tirar do atleta o sonho de tal transferências. O gerente de futebol Gustavo Vieira de Oliveira foi chamado para cuidar da transação. A ordem era para que mais rigorosamente ninguém no clube soubesse do que estava acontecendo. Essa notícia não poderia vazar antes que todas as partes entrassem em um acordo. E assim foi.

Na noite de quarta-feira, enquanto o São Paulo fechava com Michel Bastos, último reforço, as primeiras informações sobre a negociação de Douglas com o Barcelona começaram a aparecer na boca de pessoas que trabalham indiretamente com o clube do Morumbi. Àquela altura, sem maiores chances de comprovação, o interesse foi tratado como piada. Um dia depois, o que parecia um conto de fadas se confirmou.

No intervalo da partida contra o Bragantino, minutos depois de diferentes portais publicarem a negociação, Ataíde Gil Guerreiro entrou ao vivo na Rádio Jovem Pan. Riu da pergunta sobre a venda de Douglas ao Barcelona. Óbvio, todos riram. A diferença é que Ataíde sabia que aquilo tinha fundamento. 45 minutos mais tarde, Carlos Miguel Aidar confirmou: o negócio deve sair nos próximos dias. Logo depois, foi a vez de Ataíde se explicar: era segredo, ninguém poderia saber, por isso a mentira. O torcedor são-paulino entende os motivos.

Apesar de não ter conquistado a torcida, Douglas é defendido amplamente por todos os técnicos e pela grande maioria dos jogadores que passaram pelo São Paulo desde 2011. Foi titular com todos os treinadores e colhe elogios dos companheiros pelo esforço. Até o fim da semana, deve ver o sonho improvável virar realidade. Lionel Messi, Neymar e Luis Suárez têm tudo para dividir o mesmo campo que Douglas.

A
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

São Paulo confirma empréstimo de argentino Cañete ao Náutico

Cañete fica no Náutico por um anoO São Paulo tem tudo acertado para que o meio-campista Cañete seja emprestado ao Náutico. O vice-presidente de futebol são-paulino, Ataíde Gil Guerreiro, confirmou que já há um acordo entre os clubes para que o argentino atue pela equipe pernambucana.

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"Está acertado, ele vai para o Náutico. Só falta sentar e assinar. Vai ficar por um ano", declarou o dirigente, em contato por telefone com a GE.net. Cañete vinha treinando separado do restante do elenco são-paulino, pois estava fora dos planos de Muricy Ramalho.

Formado nas categorias de base do Boca Juniors, Cañete defendeu também a Universidad Católica (do Chile), chamando a atenção do São Paulo, que o contratou em 2011. Porém, o jogador de 24 anos nunca se tornou um titular absoluto na equipe brasileira e tem contrato até o fim de 2015.

Com isso, o argentino foi emprestado para a Portuguesa, no ano passado. No início de 2014, Muricy Ramalho fez elogios ao jogador e manifestou interesse em utilizá-lo durante a temporada, mas as atuações no Campeonato Paulista não agradaram.

Assim, em abril, Cañete foi afastado, sendo orientado a treinar no CT de Cotia, junto com o lateral esquerdo argentino Clemente Rodriguez e o volante Fabrício, que já se transferiu para o Vasco. Agora, o meia chegará para ajudar o Náutico na Série B do Campeonato Brasileiro, pois o time pernambucano está no 13º lugar.
fonte esporte interativo
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terça-feira, 29 de julho de 2014

Rogério Ceni avalia desempenho pós-Copa como 'inaceitável' e avisa: só ter estrelas não adianta

O São Paulo retornou da pausa da Copa do Mundo com uma boa vitória contra o Bahia. Porém, depois disso, o time tricolor perdeu dois jogos seguidos para adversários considerados mais fracos: Chapecoense e Goiás. Esses tropeços servem de alerta para o goleiro Rogério Ceni.
O capitão da equipe também falou das estrelas. Mesmo com Pato, Luis Fabiano, Ganso e agora Alan Kardec e Kaká, o São Paulo não "engrenou" no Campeonato Brasileiro.
"O que resolve é jogar dentro do campo, a disposição de todos. Não adianta só as estrelas. Estávamos fazendo com posse de bola, mas não com gols", afirmou.
A declaração de Rogério repercute o que foi dito mais cedo por Álvaro Pereira. "Jogador é bom no papel, mas, ao entrar em campo, tem que demonstrar, como time. Individualmente, um jogador pode vencer um ou dois jogos, mas o campeonato é com o coletivo. Acho que todo o mundo tem esse pensamento. Coletivamente, temos que mostrar jogo a jogo que são jogadores de qualidade. Ficar só com nome não vence. Por isso é que tem que dar uma resposta forte", falou o uruguaio.
RUBENS CHIRI/SÃO PAULO
Rogério Ceni quer ver melhora no time do São Paulo
Rogério Ceni quer ver melhora no time do São Paulo
Deixando de lado o Brasileirão, o São Paulo agora foca na Copa do Brasil. Na próxima quarta-feira, o adversário é o Bragantino, fora de casa, pela terceira fase da competição. Com alguns desfalques, como o de Kardec, Muricy deve mexer no time, e uma das mudanças será a entrada de Paulo Miranda na defesa.


"Muda um pouco as características, porque não temos o Kardec na área, mas você tem uma linha defensiva mais fixa, dando liberdade pros outros jogadores chegarem mais à frente. O Bragantino é bom na bola aérea, e o Paulo (Miranda) entrando é outro jogador que cabeceia bem", explicou Rogério.
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domingo, 27 de julho de 2014

Kaká marca em retorno, mas São Paulo cai para o Goiás no Serra Dourada

KakaA estreia de Kaká deixou uma boa impressão nos torcedores do São Paulo. Participativo, o meia marcou gol, orientou os companheiros, realizou passes em profundidade e teve plena participação nas bolas paradas. Porém, o camisa 8 não conseguiu evitar a derrota do Tricolor para o Goiás, no Serra Dourada, em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com tentos de Amaral e Bruno Mineiro, a equipe do Centro-Oeste quebrou um jejum de quatro jogos sem marcar e voltou a somar três pontos, fato que não ocorria desde a sétima rodada.

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Assim, o Esmeraldino chega aos 20 pontos e segue na primeira metade da tabela, esboçando o ingresso no G-4. Por sua vez, o clube do Morumbi segue estacionado nos 19 pontos, vendo o grupo dos primeiros colocados cada vez mais distante.

O clube de Goiânia volta a campo no próximo domingo, às 18h30 (de Brasília), para medir forças com o Fluminense. O palco do compromisso é o Maracanã. Já a equipe de Muricy Ramalho terá pela frente o Criciúma, no mesmo horário, mas sábado, no Morumbi.

O jogo - Para garantir a titularidade de Kaká, Muricy Ramalho formatou o São Paulo no 4-4-2, com Ademílson e Alan Kardec formando a dupla de ataque. O companheiro de Paulo Henrique Ganso no setor de articulação fora muito vaiado em seu primeiro toque na bola, mas buscou o jogo a todo o momento. Além das bolas paradas e arrancadas pela esquerda, a participação do reestreante foi marcada por uma bela ‘caneta’ aplicada em Moisés.

Porém, o Tricolor não incomodou nos 45 minutos iniciais. Álvaro Pereira teve trabalho para se livrar de Moisés na ponta esquerda e as saídas para o ataque dos volantes David e Thiago Mendes complicaram a formação visitante, que abusou dos passes errados. Neste quesito, Souza apareceu como destaque negativo.

KakáPressionado por voltar a marcar gols no Serra Dourada, o Goiás foi às redes aos 43 minutos. Em disputa aérea, o jovem Lucão cometeu falta em Érik e deu boa chance para os mandantes alçarem a bola na área. Na cobrança, David cobrou com precisão e viu o capitão Amaral testar firme, no canto esquerdo, sem dar chances para Rogério Ceni.

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Entretanto, toda a emoção que não se fez presente na etapa inicial apareceu no segundo período. Logo aos dois minutos, o Esmeraldino ampliou sua vantagem. Em escanteio cobrado na direita, Amaral desviou de cabeça e protagonizou uma assistência para o experiente Bruno Mineiro, que testou firme, sem dar chances para Rogério Ceni.

Com nove jogados, o São Paulo quase diminuiu. Acionado na área, Alan Kardec ganhou da marcação e finalizou cruzado, mas viu Renan praticar uma grande defesa. O rebote ficou com Kaká, que carimbou a marcação em seu chute. Porém, na sequência, Alexandre Pato, substituto de Ademílson, concluiu mal, à direita da trave. No minuto seguinte, em cobrança de falta, Ganso assustou o arqueiro esmeraldino, que ficou estático, apenas presenciando a trajetória da bola, rente ao travessão.

A resposta do Goiás veio aos 11 minutos. O polivalente Érik, que auxiliou os companheiros na marcação, encontrou Ramón na área, com um belo passe, mas viu o meia ser travado por Rafael Tolói, no momento da finalização. Quando o relógio apontou a marca dos 15, Ganso recuperou a bola no meio-campo e encontrou Kaká, mas o camisa 8 esticou demais a bola e facilitou a recuperação mandante.

Aos 30 minutos, o jogador mais participativo do São Paulo foi premiado com um gol. Aproveitando bola espirrada pela defesa, Kaká, livre na área, só teve o trabalho tocar com calma, no canto esquerdo de Renan, para diminuir. Na sequência, Muricy, que já havia trocado Lucão por Maicon - deixando Rodrigo Caio como zagueiro -, voltou a ousar, sacando Souza e promovendo a entrada de Osvaldo, acentuando a pressão. Porém, de nada adiantou. O clube da casa se retraiu e encerrou o jejum com o resultado positivo.
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sábado, 19 de julho de 2014

Depois de empolgar, São Paulo dá sono e vexame e perde para a Chapecoense em casa

são paulo e Ricardo Conceição Chapecoense Morumbi (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Durou pouco a empolgação com o bom futebol do São Paulo na volta do Campeonato Brasileiro. Depois de dar show diante do Bahia na quarta-feira, o time tricolor voltou a campo neste sábado, mas trocou a troca de passes por um jogo sonolento e acabou dando vexame: derrota por 1 a 0 para a Chapecoense em pleno Morumbi. Ricardo Conceição marcou o único gol da partida.
O duelo no Morumbi foi marcado pelas poucas chances. O primeiro lance de mais perigo demorou 33 minutos para acontecer. Após cruzamento de Douglas, Ganso subiu sozinho na área e conseguiu cabecear, mas mandou para fora. Três minutos, Álvaro Pereira recebeu na entrada da área e arriscou um chute que saiu com muito perigo por cima do travessão.
Na saída de campo para o intervalo, Camilo deu a receita do que seria o segundo tempo para a Chapecoense. "Nosso time trabalha por uma bola", disse. E foi o que aconteceu, logo depois de o time catarinense suportar uma pressão são paulina.
Logo aos 20 segundos, Ganso arriscou de longe e mandou ao lado do gol. Aos 2, Osvaldo cobrou escanteio, e Antônio Carlos apareceu no meio da área para desviar, mas também errou o alvo. A melhor chance, porém, veio para os pés de Alan Kardec. Ganso deu um ótimo lançamento e deixou o centroavante na cara do gol, mas ele tentou o toque de primeira e mandou nas mãos do goleiro Danilo.
GAZETA PRESS
Ganso lamenta chance perdida contra a Chapecoense
Ganso lamenta depois de chance perdida
O São Paulo pagou caro por não aproveitar a chance que teve. Aos 11 minutos, após bola enfiada com perfeição na área , Ricardo Conceição apareceu como elemento surpresa para desviar de primeira, tirar do alcance de Rogério e balançar as redes.
O gol acabou com o ânimo da torcida, e o São Paulo trocou a troca de passes para apostar única e exclusivamente nas bolas cruzadas para a área. Pouco diante de uma defesa bem armada e de um goleiro Danilo que ganhava quase todos os lances por cima. Alexandre Pato ainda entrou aos 31 minutos de jogo, mas também não conseguiu mudar os rumos da partida.
O resultado deixa o São Paulo estacionado nos 19 pontos, ainda estacionado na terceira colocação. O time tricolor pode ver o líder Cruzeiro disparar e abrir seis pontos se passar pelo Palmeiras nesta domingo. Já a Chapecoense assume a 14ª posição, com 11 pontos e um jogo ainda a realizar.
O São Paulo terá a semana toda livre para trabalhar e só volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta o Goiás fora de casa. Já a Chapecoense entra em campo na quarta-feira para o duelo de volta da Copa do Brasil diante do Ceará, fora de casa, depois de perder a ida por 2 a 1. Pelo Brasileirão, o próximo compromisso catarinense é diante do Santos, na Vila Belmiro, no sábado.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE
Local: Morumbi, em São Paulo (SP) 
Data: 19 de julho de 2014, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília) 
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR) 
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR) 
Assistentes adicionais: Rodolpho Toski Marques e Adriano Milczvski (ambos do PR) 
Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Maicon, Souza (São Paulo). Rafael Lima, Rodrigo Biro (Chapecoense) 
Público: 43.075
Renda: R$ 997.855,00 
Gols: CHAPECOENSE: Ricardo Conceição, aos 11 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Ademílson (Alexandre Pato), Osvaldo (Ewandro) e Alan Kardec
Técnico: Muricy Ramalho
CHAPECOENSE: Danilo; Fabiano, Rafael Lima, Jaílton e Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva), Dedé, Nenén e Camilo (Zezinho); Bruno Rangel
Técnico: Celso Rodrigues
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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Na estreia oficial de Alan Kardec, São Paulo derrota o Bahia e cola no líder

O Cruzeiro que se cuide: o São Paulo vem subindo e já colou na ponta do Brasileirão. No primeiro jogo do Campeonato Brasileiro após a Copa do Mundo, o Tricolor não teve muito trabalho para vencer o Bahia por 2 a 0, com gols de Rogério Ceni e de Alan Kardec, que disputou sua primeira partida oficial pelo clube (ele havia disputado amistoso contra o Orlando City, nos Estados Unidos, em junho). A vitória paulista poderia ser ainda mais tranquila, já que Rodrigo Caio teve um gol mal anulado pela arbitragem.
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  • Tempo Real: todos os lances da partida
  • Tabela completa do Brasileirão
  • As atuações de Bahia e São Paulo
  • Vc dá nota: avalie os baianos
  • Vc dá nota: avalie os paulistas
Com o triunfo, o Tricolor paulista chegou a 19 pontos, empatado com o Cruzeiro, que tem uma vitória a mais e ainda joga nesta quinta-feira, contra o Vitória, no Mineirão. Já o Bahia, à porta da zona de rebaixamento, segue com oito pontos, na 16ª posição. A equipe baiana não vence há sete partidas - são cinco derrotas consecutivas.
Na próxima rodada, os dois times jogam no sábado, às 18h30. No Morumbi, o São Paulo recebe a Chapecoense. Já o Bahia visita o Alético-MG, no Independência.
Nem parecia que o São Paulo jogava fora de casa, que Alan Kardec fazia a sua estreia oficial, que Paulo Henrique Ganso é um jogador que perdeu a Copa do Mundo por viver má fase. Entrosado e fulminante, o Tricolor paulista comandou as ações nos 45 minutos iniciais e matou a partida com dois gols: um de Rogério Ceni, aos 12, convertendo pênalti cometido por Titi em Ademilson; e outro de Kardec, aos 19, após linda jogada coletiva da equipe - que incluiu passe genial de Ganso. Com um quarteto ofensivo afiado, o time de Muricy Ramalho dominou as ações e só levou susto em cobrança de falta de Léo Gago. Rhayner, com liberdade, puxou alguns contra-ataques, mas o Bahia teve muita dificuldade para se organizar em campo.
Gols anulados pela arbitragem e chance desperdiçada pelo Bahia
Com a receita da vitória nas mãos, o São Paulo voltou do intervalo jogando igual: com marcação sob pressão no campo de ataque e atacando pelas laterais. Um terceiro gol, então, era questão de tempo. Aos 17 minutos, Osvaldo explodiu a bola na trave e, no rebote, Rodrigo Caio estufou a rede para fazê-lo. De maneira equivocada, alegando impedimento, a arbitragem anulou o tento. Minutos depois, Léo Gago também teria o seu gol de cabeça invalidado, mas de forma correta - estava impedido. Rahyner, após passe de Barbio, até poderia ter diminuído o placar, mas Ceni pegou. A vitória ficou mesmo com quem merecia.
Rogério Ceni comemoração jogo São Paulo x Bahia (Foto: Vaner Casaes / Agência Estado)Rogério Ceni comemora o primeiro gol do São Paulo contra o Bahia (Foto: Vaner Casaes / Agência Estado)
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domingo, 6 de julho de 2014

Recebido por Ceni e Luis Fabiano, Kaká é apresentado aos tricolores. Veja

Às 11h22 (de Brasília), o presidente
Carlos Miguel Aidar convocou o atleta para o palco: “Kaká, venha que a casa é
sua”. O reforço se apresentou diante do público e agradeceu a todos
11 anos depois de sua saída para o Milan, Kaká está de volta ao São Paulo. À época, no entanto, muitos torcedores não comemoravam quando o meia jogava com a camisa tricolor.
— Eu
estou muito feliz. Não vejo a hora de jogar, minha família e meus filhos
também. Ansioso para começar a jogar, com esses dois ídolos aqui. Obrigado a
todos e será muito especial. Não sei quando vou jogar, mas será o mais rápido
possívelNo final de sua primeira passagem pelo São Paulo, Kaká foi criticado por diversos motivos. Seja porque atraía mais mulheres no Morumbi ou então porque fez parte, junto com Luis Fabiano e Rogério Ceni, de uma época em que os jogadores eram tidos como "pipoqueiros". Hoje, no entanto, o meia de 32 anos garante que não sente rancor.
"De alguma forma, tudo ocorre para o bem. Minha saída sendo criticado por parte da torcida fez com que eu aprendesse, crescesse, amadurecesse. Essa demonstração da torcida hoje é um incentivo pra mim. Demonstra que eles queriam minha volta. Eu tive propostas de outros lugares, mas é desejo meu retornar por aqui, de certa forma está todo mundo feliz", disse Kaká, na sua primeira entrevista coletiva como jogador do São Paulo.
O meia chega por empréstimo junto ao Orlando City pelos próximos seis meses. Mais velho, Kaká admite que não será o mesmo garoto de 11 anos atrás que corria alucinadamente em campo, mas que ainda assim pode contribuir.
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terça-feira, 1 de julho de 2014

Orlando apresenta Kaká e confirma empréstimo de 6 meses ao São Paulo

O meia Kaká assinou contrato com o Orlando City, da Major League Soccer (principal liga americana de futebol), na manhã desta terça-feira. O clube também confirmou através de seu site oficial que o jogador será emprestado por seis meses ao São Paulo. Após a assinatura do documento, válido por três anos e seis meses, o craque participou de uma coletiva de imprensa e também marcará presença em um evento promovido pela equipe para que os torcedores vejam o duelo entre Estados Unidos e Bélgica, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, em um shopping. São esperadas 10 mil pessoas. 
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- A MLS está crescendo muito rápido e gostaria de mostrar aos americanos que o futebol é muito bom. Durante a Copa estão apoiando a seleção e acho que os americanos podem apoiar a MLS. Esta é a razão pela qual escolhi. Sou muito amigo do Flávio (o dono do clube), conversei com outros times, há dois anos tive a chance de ir para o New York RB. Estou feliz porque pra mim é um projeto muito legal - explicou na coletiva.
A estrela começará a trabalhar pelo time da Flórida em 2015, ano da estreia no principal campeonato do país. Antes de se apresentar para jogar, será emprestado ao São Paulo até o fim de 2014. O empresário Flávio da Silva, sócio majoritário do Orlando, disse na coletiva que estava negociando "com um clube", mas a equipe informou sobre o empréstimo logo depois em sua página na internet. 
- O Orlando City também anuncia que emprestará Kaká por seis meses ao São Paulo, um dos maiores clubes do Brasil. Kaká começará a jogar pelo Orlando City no dia 1 de janeiro de 2015, na preparação para a temporada inaugural na MLS - diz o comunicado.
Kaká Camisa 10 Orlando City (Foto: Reprodução / Twitter)Kaká posa com a camisa 10 do Orlando City (Foto: Reprodução / Twitter)

Kaká disse que o contato entre as duas partes é antigo. Garoto-propaganda de um curso de idiomas pertencente a Flávio, o jogador acabou se tornando amigo do empresário.
- Eu sempre falei que um dia gostaria de jogar na MLS e acho que essa situação começou em 2012 quando o Flávio começou a dizer que tinha um sonho de comprar um time e construir uma coisa legal na liga americana. Fomos flertando, nos últimos anos essa possibilidade aumentou e agora achei que seria o momento certo de vir. A decisão foi boa para todo mundo.
Kaká assina contrato com Orlando City (Foto: Reprodução / Facebook)Kaká assina contrato com o Orlando City (Foto: Reprodução / Facebook)
O Orlando City disputa a USL Pro, mas, em novembro do ano passado, teve aceito o pedido de entrada na MLS. O meia será o primeiro vencedor da Bola de Ouro a fazer parte da competição. Kaká é o segundo grande nome a assinar com um estreante da Major League Soccer neste ano. O atacante David Villa, da seleção espanhola, foi confirmado antes do início da Copa do Mundo como reforço do New York City FC, que também começará a disputar o campeonato a partir de 2015. Os dois clubes fazem parte de um projeto de expansão da liga, que vem crescendo a cada temporada. Os atletas entram em uma regra chamada "jogador designado". Cada clube tem direito a contratar até três jogadores com vencimentos acima do teto salarial (estimado em US$ 3,1 milhões anuais, o equivalente a R$ 6,8 milhões), o que permite aos times americanos a aquisição de estrelas internacionais.
Milan confirmou a rescisão do contrato do brasileiro, que ainda tinha mais um ano de validade, nesta segunda-feira, mesmo dia em que Kaká viajou para Orlando, sendo recebido no início da noite por centenas de torcedores, no que o clube americano chamou de "recepção de uma estrela de rock". 
- Gostaria de agradecer ao Milan por todos os anos que passei lá. Foi o clube que fez com que eu alcançasse todos os objetivos profissionais e agora estou muito feliz por essa etapa na minha carreira.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014

São Paulo espera sinal do Milan para fechar com Kaká

Brasile, buona la prima...con l'aiutino
O São Paulo entrou firme na disputa para tirar Kaká do Milan. A diretoria são-paulina aguarda um posicionamento dos italianos para acertar com o jogador e repatriá-lo após nove anos na Europa. O presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, deixou escapar a informação no Itaquerão, onde foi assistir ao jogo entre Uruguai e Inglaterra, na tarde desta quinta-feira, pela segunda rodada do Grupo D da Copa do Mundo.

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"Estamos conversando. Falta muita coisa ainda. Dependemos do Milan e ainda não está fechado com ele. Estamos conversando", contou o presidente do São Paulo, em contato com a reportagem na tarde desta quinta-feira.

Kaká tem uma cláusula no contrato com Milan que permite sua saída caso o clube não se classificasse para competições europeias na próxima temporada, o que acabou se confirmando. O São Paulo sempre teve desejo de trazê-lo de volta para o Morumbi, de onde saiu por US$ 8,5 milhões em 2003.

Nesta quinta-feira, o atacante Luis Fabiano postou uma foto com o meia em uma rede social e colocou uma frase enigmática. "Será?". Ambos atuaram juntos no São Paulo entre 2002 e 2003, e na seleção entre 2007 e 2010.


Na Itália, com a camisa do Milan, Kaká chegou ao estrelato e foi eleito melhor jogador do mundo em 2007. Desde que foi para o Real Madrid, em 2009, passou a sofrer com lesões que o impediram de registrar as grandes atuações de outros tempos.

Esquecido pelo então técnico do Real, o português José Mourinho, ele virou fiasco na Espanha graças aos 65 milhões de euros investidos pelos espanhóis para contratá-lo. Voltou ao Milan no meio da última temporada e teve desempenho regular, mas incapaz de levar a equipe às competições europeias.

O maior rival do São Paulo na busca por Kaká é o futebol dos Estados Unidos. Amigos do meia confirmam à reportagem que ele gostaria de morar no país, fazendo com que a Major League Soccer (MLS) desponte como um destino possível. Uma das opções da diretoria são-paulina seria contratá-lo até o fim do ano e, depois, repassá-lo para algum clube norte-americano.
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Rodrigo Caio desperta o interesse do Arsenal, mas Aidar não vê a possibilidade de negociá-lo

RCaioEleito o melhor jogador do Torneio de Toulon, em que a seleção brasileira sub-21 conquistou o título, Rodrigo Caio é sondado pelo Arsenal, da Inglaterra. Não há nenhuma proposta efetiva dos Gunners, mas o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, já se mostrou contrário a qualquer tipo de negociação envolvendo o jogador de apenas 20 anos.

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“O Rodrigo Caio não é o tipo de jogador para ser vendido. Não tem proposta, não tem sondagem, não tem conversa, não tem nada!”, afirmou o dirigente em entrevista ao globoesporte.com. O volante, que atua como zagueiro no Tricolor, despertou o interesse de Steve Rowley, chefe da equipe de olheiros do clube inglês.

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Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, o olheiro já enviou um relatório do jogador para Arsene Wenger, e complementou fazendo uma semelhança na forma física de Rodrigo Caio e Kaká, mas com a força de Dunga para alavancar como volante.

Rodrigo Caio, que despontou como uma joia na base do São Paulo, teve sua primeira oportunidade no clube em 2011 e desde aí vem chamando a atenção por ser polivalente. Nas próximas semanas, o atleta viaja para a Itália, onde entrega documentos para conseguir a dupla cidadania, o que facilitaria sua transferência para a Europa.
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domingo, 1 de junho de 2014

São Paulo conta com falha de goleiro para quebrar série invicta do Galo

A missão do São Paulo era chegar à parada da Copa bem próximo dos líderes do Campeonato Brasileiro, mas não foi tão fácil como o torcedor do São Paulo esperava. Depois de começar o jogo bem melhor, o time do Morumbi permitiu o empate do Galo no segundo tempo, mas contou com uma falha do goleiro Giovanni para garantir a vitória por 2 a 1 diante de sua torcida.

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Com esta vitória, o São Paulo chega aos 16 pontos e dá um grande salto na tabela na abertura da rodada. O Tricolor dorme na vice-liderança da Série A do Campeonato Brasileiro. O Galo, por sua vez, que vinha de cinco jogos sem derrota, perde o embalo, estacionando na sétima colocação, com 14 pontos ganhos.

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Agora, as duas equipes terão bastante tempo antes de voltarem a atuar pelo Brasileirão. Após a parada para a Copa do Mundo, o São Paulo entra em campo no dia 16 de julho, contra o Bahia, na Arena Fonte Nova. No mesmo dia, o Atlético-MG terá pela frente a Chapecoense, na Arena Condá.
O jogo - Se a missão era deixar uma boa impressão para a torcida antes da Copa do Mundo, o São Paulo iniciou a partida deste sábado de forma arrasadora. O time do Morumbi não tomou conhecimento do adversário, forçou as jogadas pelo lado esquerdo do ataque e não demorou a criar chances claras de gol.
Após boas interceptações da defesa do Galo, os anfitriões balançaram a rede aos 10. Sempre pela esquerda, Oswaldo fez bela jogada, cortou o marcador, descolou o cruzamento na segunda trave e encontrou Luis Fabiano livre. O atacante, que já vinha bem no jogo, desviou de cabeça e inaugurou o marcador no Morumbi.
O jogo era todo do São Paulo. Com muito mais intensidade dentro de campo, o time da casa apertava a saída de bola, não deixava o Atlético-MG e ficou muito perto de ampliar a vantagem. Nos cruzamentos para a área, no entanto, faltava alguém para completar ao fundo das redes.
O Galo, por sua vez, demorou a acordar. Ciente do domínio do São Paulo, o time mineiro passou a apostar na velocidade dos contra-ataques e assim conseguiu assustar a defesa tricolor, muitas vezes desarrumada por causa da postura ofensiva de sua equipe. Com esta estratégia, os atleticanos conseguiram assustar em duas ocasiões.
Aos 28 do primeiro tempo, André foi lançado na área, fez o pivô e rolou para Pierre. O volante apareceu sozinho dentro da área, tocou rasteiro para o gol, mas Rogério Ceni salvou o time da casa. Cinco minutos depois, o arqueiro saiu mal do gol, mas Douglas apareceu para evitar o empate.
O segundo tempo começou diferente. Para evitar nova pressão inicial do São Paulo, o Galo passou a priorizar a posse de bola, trocando passes no meio de campo. Ainda assim, faltava criatividade para que o time mineiro chegasse efetivamente com perigo ao gol de Rogério Ceni.
Para proteger sua defesa, Muricy Ramalho trocou Maicon por Denílson, que logo em sua primeira participação recebeu cartão amarelo. O Tricolor, no entanto, não recuou. O Galo até chegou a equilibrar as ações, mas as chances mais claras do jogo ainda eram criadas pelo São Paulo.
Aos 11 minutos, Ganso deu bom passe para Luis Fabiano, que saiu nas costas da zaga, mas ficou sem ângulo e não conseguiu tirar do goleiro. Mais tarde, Douglas teve chance parecida e acertou o lado de fora da rede. Ganso também chegou perto quando chutou de fora da área e a bola passou muito perto da trave.
Sem aproveitar as chances, o São Paulo permitiu com que o Atlético-MG crescesse na partida. Em cobrança de falta, Diego Tardelli acertou a trave e Rogério ficou sem reação. O lance era um presságio do que estava por vir no Morumbi. Levir Culpi mexeu bem e o Galo empatou.
Guilherme entrou no lugar de André e começou a jogada no ataque. Depois, abriu na direita para Neto Berola, que havia ocupado o lugar de Marion. Desta forma, o atacante descolou o cruzamento rasteiro e encontrou Josué livre dentro da área para empatar a partida no Morumbi.
O gol serviu para a torcida do São Paulo mostrar sua insatisfação com relação à postura da equipe. Alexandre Pato foi sacado de campo e recebeu as vaias do público presente. O seu substituto, no entanto, foi o salvador. Aos 44 minutos do segundo tempo, Pabon cobrou falta rasteira, a bola passou pela barreira, Giovanni falhou feio e o São Paulo garantiu a vitória.
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