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terça-feira, 29 de julho de 2014

Nacional (PAR) perde do Defensor, mas faz história e vai à decisão da Libertadores

Jogadores do Nacional (PAR) fizeram a festa após o apito finalA história foi escrita mais uma vez nesta terça-feira, e o Nacional (PAR) é o primeiro finalista da Libertadores. O time paraguaio até perdeu para o Defensor por 1 a 0 no Uruguai, mas aproveitou a boa vantagem construída em casa para ir à decisão do principal torneio continental pela primeira vez. O único gol do duelo foi marcado por Adrián Luna.
A classificação, claro, veio no melhor estilo Libertadores: com muito sofrimento. Precisando da vitória, o Defensor atropelou o Nacional durante toda a partida. Com 68% de posse de bola, foram nada menos de 25 finalizações contra apenas duas dos paraguaios. Duas delas não entraram apenas por um detalhe e acabaram estourando na trave.
A classificação transforma Nacional no primeiro time da história a ir para a final mesmo após ter a pior campanha entre todos os classificados para as oitavas de final. Os paraguaios dividiram rupo com Atlético-MG, Zamora (VEM) e Independiente Santa Fé (COL). Ganharam duas, empataram duas, perderam outras duas e só se classificaram com uma suadíssima vitória com um gol aos 38 do segundo tempo diante dos colombianos. Foram apenas 8 pontos ganhos, com um saldo negativo de 2 gols.
Em sua sétima participação, o Nacional ainda se transforma no segundo time do Paraguai a ir a uma final da Libertadores. Nem mesmo o Cerro Porteño, segundo maior campeão do país, conseguiu isso. Só o Olimpia, tricampeão continental, teve a honra de decidir - e ganhar - a Libertadores.
E o mais curioso é que a final pode ser disputada justamente entre as duas piores equipes da primeira fase, já que o San Lorenzo também somou apenas 8 pontos, mas teve um saldo positivo de um gol - os argentinos estão com um pé e meio na decisão depois de golearem o Bolívar no duelo de ida da outra semifinal por 5 a 0.
O jogo - Necessitando reverter a vantagem imposta em Assunção, o Defensor iniciou a partida pressionando os visitantes. Aos cinco minutos, o atacante brasileiro Felipe Gedoz cobrou falta e exigiu boa defesa do goleiro Don. No ataque seguinte, em cobrança de escanteio efetuada pelo dianteiro, o experiente meia Nico Olivera ficou com o rebote, mas finalizou, com desvio, para fora.
GETTY
Nacional, de Montenegro, perdeu para o Defensor, mas se classificou à final da Libertadores
Nacional, de Montenegro, perdeu para o Defensor, mas se classificou à final da Libertadores
Com 32 jogados, o habilidoso camisa 10 De Arrascaeta cobrou escanteio na esquerda e viu Gedoz desviar de cabeça, mas o goleiro adversário, atento, praticou a defesa. Após a intervenção, o jogador ficou caído para ganhar tempo e causou o princípio de um tumulto, já que os atletas violetas tentaram o levantar à força.
Antes dos 45 minutos finais, o Fusionado seguiu em busca do tento inaugural. Acionado por Gedoz com um passe de trivela, De Arrascaeta se esticou e desviou de cabeça. Porém, Don, bem postado, realizou grande intervenção.
Na segunda etapa, a pressão uruguaia se intensificou. Logo aos seis jogados, Risso recebeu cruzamento de Luna, fez o trabalho de pivô e rolou para Nico Olivera. Porém, o meia finalizou para fora. Três minutos mais tarde, o Defensor marcou o primeiro gol. Acionado pelo experiente Fleurquín, De Arrascaeta cruzou rasteiro e viu Adrián Luna, substituto de Cardaccio, desviar para o fundo das redes.
Precisando de mais um tento para encaminhar a disputa às penalidades máximas, a Viola pressionou e ficou perto de ampliar. Aos 23 minutos, aproveitando cruzamento de Nicolás Correa, Luna serviu Nico Olivera, mas a finalização do camisa 11 encobriu o travessão. No ataque seguinte, Gedoz chutou colocado e acertou a trave esquerda de Don.
Quando o relógio apontou a marca dos 33, Gedoz dominou a bola na entrada da área, ergueu a cabeça e cruzou na área. Por questão de milímetros, Risso não conseguiu se esticar para concluir. Dois minutos mais tarde, o participativo atacante brasileiro finalizou cruzado e viu o goleiro praticar nova defesa. Entretanto, na sequência, sentiu cansaço e acabou substituído por Facundo Castro.
Nos minutos finais, o técnico Fernando Curutchet sacou Risso e promoveu a entrada do centroavante Boghossian, que mede 1,97m. Entretanto, mesmo com uma alta referência ofensiva, o Defensor não conseguiu balançar as redes pela segunda vez. Porém, chegou a carimbar o travessão. Aos 44 minutos, em bola alçada na área por De Arrascaeta, Robert Herrera, com o gol escancarado, desperdiçou, de maneira incrível.
FICHA TÉCNICA 
DEFENSOR-URU 1x0 NACIONAL-PAR
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu-URU
Data: 26 de julho de 2014, sábado
Horário: 21h15 (de Brasília) 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro-BRA 
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago-BRA e Cléber Lúcio Gil-BRA
Cartões amarelos: Arias e Malvino (Defensor-URU); Bareiro (Nacional-PAR)
GOL: DEFENSOR-URU: Adrián Luna, aos 9' do 2T
DEFENSOR-URU: Campaña; Ramón Arias, Nicolás Correa, Malvino e Robert Herrera; Fleurquín, Cardaccio (Adrián Luna), Nico Olivera e De Arrascaeta; Felipe Gedoz (Facundo Castro) e Ignacio Risso (Boghossian). Técnico: Fernando Curutchet
NACIONAL-PAR: Don; Raúl Piris, Coronel, José Cáceres e David Mendoza; Torales, Marcos Riveros, Orué (Miers) e Melgarejo; Montenegro (Bareiro) e Julián Benítez (Fabián Balbuena. Técnico: Gustavo Morinigo
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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Marcelo Oliveira culpa desorganização após gol sofrido no início

Marcelo Oliveira orienta os jogadores durante partida do Cruzeiro.O técnico Marcelo Oliveira entende que o gol do San Lorenzo logo no começo do jogo no Mineirão foi fundamental para a eliminação do Cruzeiro da Libertadores. O treinador revelou que preparou o time para sufocar o adversário e abrir o placar nos minutos iniciais, como aconteceu exatamente contrario, o esquema armado acabou sendo desarticulado.

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"O que deveria acontecer é o Cruzeiro sair na frente, apertar e nós tentamos isso. Quando levamos o gol o Cruzeiro estava todo na frente, eles não tinham chegado ainda. Tivemos certa dificuldade porque o San Lorenzo marcava bem, ocupava os espaços, e um lance pode ter mudado a história deste jogo. O time desorganizou um pouco e só nos segundo tempo que acho que foi completamente diferente", analisou.
O comandante cruzeirense não esconde que a tristeza é grande pela eliminação, e afirma que ninguém está sofrendo como ele e os atletas. Para Marcelo Oliveira, se a classificação não veio é importante saber assimilar a derrota e começar a pensar na sequência de jogos e competições que o Cruzeiro tem pela frente.
"Lamentar hoje e sofrer muito. Se o torcedor está sofrendo, imagina nós que estamos lá no dia a dia, que vivenciamos. Deixamos nossas famílias, somos profissionais que trabalham e temos que absorver. Amanhã vamos começar a pensar unicamente no Brasileiro. Temos dois jogos em casa e estamos próximos dos primeiros, e a gente pode chegar na ponta do campeonato", declarou.
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

San Lorenzo supera Cruzeiro e leva vantagem para o Mineirão

Cruzeiro terá que reverter vantagem no Mineirão (Foto: EFE)
A torcida do San Lorenzo-ARG fez a parte dela, lotando o estádio Nuevo Gasómetro, nesta quarta-feira. Dentro de campo, a equipe do Papa Francisco procurou corresponder as expectativas e, depois de um primeiro tempo com poucas chances de gols, os atacantes acertaram a pontaria, garantindo a vitoria por 1 a 0 em cima do Cruzeiro.

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O gol do jogo foi anotado por Gentileti, que aproveitou cobrança de falta para antecipar ao zagueiro Dedé, e de cabeça, balançar as redes. O triunfo argentino vai obrigar o Cruzeiro a vencer no Mineirão por dois gols de diferença para seguir na Libertadores. Se devolver o placar da partida de ida, a decisão da vaga nas semifinais será na disputa de pênaltis.
O jogo de volta entre Cruzeiro e San Lorenzo está marcado para o dia 14 de maio, no Mineirão. Mas entes de pensar nos argentinos, a Raposa precisa concentrar forças no Brasileirão, já que no domingo, os celestes terão pela frente o clássico contra o arquirrival Atlético-MG, no Independência.
O jogo - Jogando fora de casa, o Cruzeiro iniciou o duelo contra os argentinos de forma cautelosa. A proposta de cadenciar o jogo, explorando os contra-ataques funcionou para evitar a pressão do San Lorenzo, que mesmo tendo maior posse de bola, encontrou dificuldades na marcação encaixada da Raposa.
O time da casa apostou na troca de passes rápidos no campo ofensivo, na tentativa de envolver os celestes. A principal alternativa argentina para agredir o Cruzeiro foi pelas laterais do campo. Na direita, Buffarini, e na esquerda, Más, foram os responsáveis por chegar à linha de fundo e buscar os cruzamentos para a área.
Bem postando em campo, o time de Marcelo Oliveira foi eficiente para anular as principais peças do San Lorenzo, obrigando o time da casa a arriscar muito de fora da área, quase sempre sem direção. Aos 29, a jogada argentina saiu pela faixa direita do gramado, mas Piatti não aproveitou bem o lance, finalizando pela linha de fundo.
Para se dar bem defensivamente, o Cruzeiro negligenciou o ataque, que passou a ser visto apenas como alternativa nos contra-ataques. Com isso, a equipe brasileira forçou o San Lorenzo a perseguir o gol, adiantando todo time, inclusive, os volantes, que ganharam liberdade para ir à frente. Com essa postura, a torcida do San Lorenzo passou a incentivar mais a equipe.
Apesar do apoio do torcedor, os argentinos não conseguiram abrir o placar na etapa inicial. Na volta para o segundo tempo, a pressão em cima do Cruzeiro foi intensificada, com os defensores da equipe brasileira atuando praticamente atrás da linha da bola, gerando dificuldades para San Lorenzo. Quando superou os zagueiros do time celeste, Fábio salvou os brasileiros.
Aos dez minutos, o atacante Matos desviou cruzamento da esquerda e Fábio se esticou todo para fazer a defesa, no rebote, Correa emendou par gol e o goleiro celeste voltou a defender. A jogada deu moral para os donos da casa, que passaram a controlar melhor a partida até chegarem ao gol aos 20 minutos.
Após cobrança de falta pela esquerda, o zagueiro Gentileti antecipou Dedé, e de cabeça, mandou para as redes, explodindo o Nuevo Gasómetro em alegria. O gol do San Lorenzo obrigou o Cruzeiro a mudar a atitude no jogo. Marcelo Oliveira deixou o time mais ofensivo com as entrada de Borges e Dagoberto, com isso, a partida ficou mais aberta com alternância de oportunidades.
O Cruzeiro passou a dominar a posse de bola, enquanto os argentinos optaram pelo contra-ataque, em uma clara inversão de papeis em relação ao que foi apresentado no primeiro tempo. Mesmo atacando mais, a Raposa não conseguiu igualar o marcador, e terá que reverter a vantagem no jogo de volta no Gigante da Pampulha.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Quem voce acha que vai ser campeão da libertadores ?

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