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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Romário detona 'ladrões da CBF', culpa Dilma e Rebelo e diz: '80% não volta mais para seleção'

Três dias depois da vexatória goleada de 7 a 1 sofrida pelo Brasil diante da Alemanha, Romário disparou a metralhadora contra os cartolas e políticos do país. O ex-jogador e atual deputado federal dividiu a culpa pelo fracasso com os ‘corruptos dirigentes da CBF', com Aldo Rebelo, a quem chamou de pior Ministro do Esporte da história, e com a presidenta Dilma Roussef, mas também não poupou os jogadores que estavam em campo e disse que 80% dos jogadores não deveria mais vestir a camisa amarela.
"As pessoas que estão na CBF são do mal. Corruptas, ladrões, que não querem trazer nada positivo, só querem enriquecer com o futebol. E não esperem muito do Congresso. Lá tem uma bancada de no mínimo sete deputados que vivem em defesa da CBF por interesses particulares. Não deixem que esse Del Nero assuma a CBF no ano que vem. Se assumir, a tendência é de um futebol cada vez mais pobre, deficitário e vexatório", disse Romário em entrevista exclusiva à ESPN.
"O que eu posso dizer ao Ministro é que ele não venha colocar em mim da sua incompetência. Respeito muito a sua carreira, mas nessa pasta o senhor é o pior da nossa história. O futebol está nessa decadência porque a senhora, dona Dilma, presidente da República, e o senhor, Aldo Rebelo, não têm atitudes dignas", completou.
"Um grupo que toma de 7 a 1, que passa esse vexame, a tendência é 80% não volte mais a vestir a camisa da seleção. Por mais que não só eles tenham culpa, mas eles não têm mais condições de vestir essa camisa. Ficaram marcados eternamente", disse em relação ao atual grupo de jogadores, pouco depois de dizer que faltou atitude a Fred.
Para finalizar, com o Brasil fora da disputa do título, Romário não escondeu sua torcida para a grande decisão: "Sou Alemanha desde criancinha", disse.
fonte espn
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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Ex de novo presidente da CBF perde programa na TV após separação e desabafa

GalanProvar sua competência e que sua carreira não era fruto apenas pela influência do ex-marido. É isso que Carolina Galan planeja após se separar do novo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e pouco depois ter perdido o programa que apresentava na Rede Vida.

A jornalista era apresentadora de um programa de auditório infantil da federação que era transmitido pela Rede Vida, chamado Futebol e Criança. Ele era produzido pela FPF (Federação Paulista de Futebol), que comprava espaço na emissora para sua transmissão.

Mas foi encerrado no começo de maio, aproximadamente um mês depois que da separação com o ex-presidente da Federação Paulista de Futebol. Atualmente, Galan vai até a sede da entidade máxima do futebol de São Paulo, só que não faz gravações. Ela não diz que o fim de sua antiga atividade ocorreu como possível retaliação del Del Nero pela separação e afirma apenas que tem novos projetos para o futuro.




O que eu posso adiantar é que a web tv da FPF está sendo reformulada, onde eu faço parte do novo jornalismo na bancada e também assumi a apresentação do programa antes mesmo de qualquer envolvimento com o presidente. Fui julgada por ter benefícios devido ao meu casamento, no entanto, o programa esteve no ar três anos, onde fomos sucesso de audiência e crítica, provando que acima de qualquer relação, existia profissionalismo, competência e muita dedicação”, falou ao UOL Esporte.

“Qualidades estas que me abriram muitas portas por ser competente e não simplesmente por ser mulher do presidente. Como me separei, decidi aproveitar estas portas e dar outra direção em minha vida profissional e uma forma que me faça ser lembrada somente pelo meu trabalho”, continuou.

O diretor do antigo programa de Galan, Valter Leite, disse desconhecer os motivos que levaram ao encerramento. Mas adiantou que um novo modelo similar ao Futebol e Criança será lançado, mas sem a apresentação da ex-mulher de Del Nero.

“Vamos fazer um programa pro segundo semestre chamado CBF: Criança, Brasil e Futebol. Mas não será ela (a apresentadora). O programa antigo saiu para este novo. Fui pego de surpresa”, falou. “Não posso dizer se foi pelo fim do relacionamento ou não. Só fui comunicado que o programa iria acabar.”
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

CBF muda o comando da arbitragem nacional, e Ana Paula vira dirigente

Ana Paula Oliveira (Foto: Divulgação)
O presidente da CBF, José Maria Marin, promoveu uma dança das cadeiras no comando da arbitragem brasileira. A presidência da Comissão voltou a ser de Sérgio Corrêa. O então detentor do cargo, Antônio Pereira da Silva, passou a ser diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol. Com ele, assume Ana Paula Oliveira, ex-auxiliar, com o cargo de diretora-secretária da ENAF. Além de sair do comando da Comissão, Antônio Pereira da Silva virou secretário do órgão.
Será a segunda vez que Sérgio Corrêa dirigirá a arbitragem nacional. A passagem anterior dele foi encerrada em 2012, após uma sequência de erros no Brasileirão, entre eles um gol validado a favor do Santos contra o Corinthians, em uma jogada que teve três impedimentos não marcados. Na época, Corrêa deu lugar a Aristeu Tavares e assumiu o então recém-criado departamento de arbitragem.
Em relação à Ana Paula, a ex-auxiliar será responsável por organizar a reciclagem dos apitadores de cada federação.
- Estou muito lisonjeada. Não esperava este convite dos presidentes Marin e do Marco Polo. Farei o melhor que posso. Eu farei a ponte entre a ENAF e cada federação. Estarei à disposição das federações para o que elas precisarem neste processo - disse ela ao site da CBF.


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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Portuguesa retira-se do gramado na Arena Joinville Oficial paralisou partida para conferir uma ordem judicial

CBF não conseguiu cassar a liminar do torcedor Renato Britto Azevedo, na 3ª Vara Cível do Foro Regional da Penha.Aos 17 minutos do primeiro tempo da partida entre Joinville e Portuguesa, válida pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, a Portuguesa retirou-se do gramado, após um oficial de justiça ter intimado o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, após o início da partida. Como a CBF não conseguiu cassar a liminar do torcedor Renato Britto Azevedo, na 3ª Vara Cível do Foro Regional da Penha, a Lusa poderia não entrar em campo nesta sexta-feira.

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A Seleção das Oitavas de Final da Liga dos Campeões 2013/14

A Portuguesa deu início à partida, mas retirou-se do gramado após a paralisação do delegado da partida, Laudi Zauliani. Roberto Pugliesi, advogado do Joinville: "Há uma ordem para que a CBF não faça esse jogo, mas acabaram entendendo que a Portuguesa quer se beneficiar disso, causando uma situação inusitada e triste para o futebol brasileiro", afirmou ao Globoesporte.com

O jogo, após trinta minutos de interrupção, foi dado como encerrado. O técnico Argel Fucks, em entrevista ao Sportv, falou que não contestava a decisão. "Mandaram parar o jogo. Nós não vamos falar. Foi o delegado quem mandou parar, ele que tem de falar", afirmou.
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Torcedor conquista liminar na justiça e Lusa não entrará em campo para estreia da Série B Lusa afirmou que não poderá disputar a partida contra o Joinville pois estaria contrariando um processo judicial

A liminar, conquistada na 3ª Vara Cível devolve, mais uma vez, os quatro pontos perdidos pela Portuguesa em julgamento do STJD.A Portuguesa não entrará em campo nesta sexta-feira para sua estreia no Campeonato Brasileiro da Série B. Após mais uma ação tutelar ser conquistada por um torcedor do clube, a Lusa afirmou que não poderá disputar a partida contra o Joinville pois estaria contrariando um processo judicial e pediu o adiamento do jogo junto à CBF.

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A liminar, conquistada na 3ª Vara Cível pelo torcedor Renato de Britto Azevedo, devolve, mais uma vez, os quatro pontos perdidos pela Portuguesa em decisão do STJD no final de 2013 pela escalação irregular do jogador Héverton. Com isso, a Lusa deveria ser reintegrada à elite do futebol nacional. A juíza Adaisa Bernardi Isaac Halpern também fixou multa diária de R$ 50.000,00 para o descumprimento da decisão.

Veja o comunicado emitido nesta tarde pela Portuguesa:
Após a delegação da Associação Portuguesa de Desportos já se encontrar em Joinville, chegou ao nosso conhecimento na data de hoje a notícia da concessão de uma TUTELA ANTECIPADA EM AÇÃO POPULAR movida por Renato de Britto Azevedo contra a CBF em trâmite perante a 3ª Vara Cível do Foro Regional da Penha, da Comarca de São Paulo, processo n. 1000553-27.2014.8.26.006. Referida decisão liminar, apesar de impugnada pela CBF, foi mantida pelo D. Juízo devolvendo os quatros pontos que foram ilegalmente retirados da Associação Portuguesa de Desportos no julgamento do processo 320/2013, proferido pelo STJD.
Assim, foi determinada a inclusão do clube na Série A do Campeonato Brasileiro de 2014.
Tal ação popular não tem como objeto os interesses da Associação Portuguesa de Desportos e sim a tutela do futebol como componente do patrimônio cultural brasileiro, não podendo, portanto, ser objeto de renúncia ao versar sobre direito difuso que tem natureza indisponível.
Significa dizer que a Associação Portuguesa de Desportos, ainda que não faça parte do processo em comento, ESTÁ OBRIGATORIAMENTE vinculada a cumprir a decisão liminar, sendo juridicamente impossível ao clube renunciar à tutela jurisdicional do patrimônio público concedida.
Diante do exposto e em razão da iminência da partida de estréia do clube na Série B, SÉRIE ESTA À QUAL A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS ATUALMENTE NÃO PERTENCE em razão de decisão judicial requer que a Confederação Brasileira de Futebol adie a partida entre este clube e o Joinville Esporte Clube marcada para a data de amanhã (dia 18/04/2014).
O adiamento, única forma de o clube e de a CBF atenderem à decisão judicial é medida que se impõe em respeito aos clubes envolvidos, patrocinadores e público em geral.
fonte esporte interativo 
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

CBF cassa liminar que colocava Icasa na Série A e ameaça rebaixar o time

A CBF cassou nesta quinta-feira a liminar que o Icasa havia conseguido para disputar a Série A do Campeonato Brasileiro. Na última terça-feira, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar ao Icasa-CE, dando à CBF 24 horas para incluir o clube na Série A, sob pena de pagar multa diária de R$ 100 mil.

Em entrevista à Sportv, Carlos Eugenio Lopes, diretor jurídico da CBF, disse que o clube pode ser punido por ter ido à Justiça Comum. "Está prevista uma punição disciplinar no código de Justiça Desportiva e o Icasa fica sujeito às punições do código. O Betim foi rebaixado para a Série D por ter recorrido a Justiça Comum", afirmou.

Lopes afirmou também que a CBF tomará esse tipo de atitude sempre que ocorrer uma situação semelhante. De acordo com ele, se todos os clubes insatisfeitos forem à Justiça Comum, o futebol brasileiro terá um "futuro negro".

"Nenhuma competição terminará mais na Justiça Desportiva, os clubes entenderão que terão mais uma instância. Isso é impossível de acontecer, a legislação diz que o processo desportivo se inicia e se encerra em 70 dias, com isso é absolutamente impossível desta forma", disse.

O Icasa terminou a Série B na quinta colocação, um ponto atrás do Figueirense. O clube catarinense, porém, escalou o jogador Luan de forma irregular – ele ainda tinha contrato com outro clube. A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva constatou a irregularidade, mas não agiu por considerar o caso prescrito (que o prazo para entrar com ação tinha expirado).
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Com liminar, Icasa fala até em 'força policial' para parar Brasileirão187

Depois das vitórias da CBF no Caso Lusa, o Brasileirão volta a ser alvo de dúvida, quatro dias antes do seu início: nesta terça-feira, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar ao Icasa-CE, dando à CBF 24 horas para incluir o clube na Série A, sob pena de pagar multa diária de R$ 100 mil.

Além disso, segundo o advogado do clube, Carlos Eduardo Guerra, em caso de descumprimento da decisão, até força policial poderia ser utlizada para paralisar e anular as primeiras rodadas da competição.

"A decisão da Justiça tem que ser cumprida, se descumprir, qualquer ato do campeonato é nulo. Espero que não exista necessidade disso, mas podemos usar até suspensão de jogos ou força policial, se necessário", disse Guerra.

A paralisação antes da rodada de abertura, porém, é improvável. O Tribunal de Justiça do Rio terá recesso durante o feriado de Páscoa, e dificilmente alguma atitude mais drástica acontecerá até lá.

O Icasa terminou a Série B na quinta colocação, um ponto atrás do Figueirense. O clube catarinense, porém, escalou o jogador Luan de forma irregular – ele ainda tinha contrato com outro clube. A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva constatou a irregularidade, mas não agiu por considerar o caso prescrito (que o prazo para entrar com ação tinha expirado).

"A procuradoria ficou com esse processo 50 dias e mandou arquivar, sem nem analisar o mérito", diz o advogado da equipe cearense.

A juíza da 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, Érica de Paula Rodrigues da Cunha, acolheu a tese de que a CBF agiu politicamente ao não aplicar uma punição, e questionou a diferença de tratamento em relação ao caso da Portuguesa.

"Os autos foram indevidamente arquivados, sob a alegação de prescrição, adotando conduta totalmente diversa à do caso Portuguesa X Fluminense; que caberia ao órgão julgador, e não ao Procurador, a análise da prescrição, acreditando o autor que a atitude foi tomada por motivos políticos, tanto para preservar a 1ª ré do descrédito perante a mídia e a opinião pública quanto pelo fato de o autor não integrar a elite do futebol brasileiro, pois chegaria à Série A apenas pela primeira vez. Tendo em vista as alegações iniciais, às quais tenho por bem atribuir verossimilhança, bem como considerando que se faz necessária a aplicação do princípio da isonomia, equiparando-se os casos análogos ocorridos no ano de 2013 à hipótese ora em comento, constata-se, a princípio, que o autor deveria ao menos ter tido a oportunidade de apreciação do seu pedido pelo STJD, o que infelizmente não chegou a ocorrer", diz a decisão.

A vitória conseguida pelo Icasa, porém, não é um bom sinal para a Portuguesa. Pelo próprio argumento da juíza, fica claro que há um entendimento favorável à punição pelo STJD nos casos de escalação irregular de jogadores. No caso do clube cearense, a liminar foi concedida exatamente porque o órgão deixou de punir o Figueirense, ao contrário do que fez com a Portuguesa.

A decisão não fala na saída de nenhum clube da Série A, apenas na inclusão do Icasa. Caso ela não seja revertida até o início do Campeonato Brasileiro, pode forçar a CBF a fazer o campeonato com mais de 20 clubes, para atender a todas as decisões judiciais. Só neste caso, por enquanto, haveria alguma chance de que a portuguesa fosse incluída. Veja o final da decisão:

"Assim, CONCEDO A ANTECIPAÇÃO DA TUTELA JURISDICIONAL requerida da seguinte forma: a) Declaro que o autor terminou o Campeonato Brasileiro Série B 2013 como 4º colocado na tabela, considerando-o, por conseguinte, para todos os efeitos legais, um clube integrante da Série A do futebol brasileiro; b) Determino à 1ª ré que inclua o autor na tabela do Campeonato Brasileiro Série A 2014, em 24 (vinte e quatro) horas, a fim de permitir a sua participação no campeonato e a reorganização dos jogos a tempo. Fixo multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais) pelo descumprimento".

Em entrevista à ESPN Brasil, o advogado disse que a intenção do clube não é retirar o Figueirense da Série A e sim incluir o Icasa. "Na verdade, queremos que o Icasa entre. Questão do Figueirense é com a CBF. Nosso pedido é para inclusão Icasa, caberá a CBF responder se será um campeonato com 21 ou 20 clubes", disse.

Prazos ameaçam liminar do Icasa

A decisão liminar desta terça-feira diz que o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) expediu ofício à CBF sobre o caso e que a entidade nacional confirmou a irregularidade. "Em vez de proceder ao oferecimento da denúncia, os autos foram indevidamente arquivados", avalia o texto de Érica de Paula Rodrigues da Cunha.

Consultado pelo UOL Esporte, o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, identificou o prazo como principal problema no caso: "Estamos falando de uma infração ocorrida em maio, e a notícia só foi apresentada em 2014. Como você lida com isso? O prazo para uma denúncia é de 60 dias a partir da data da partida".

Segundo Schmitt, os clubes têm responsabilidade de fiscalizar casos como esse. "Se a CBF não consegue identificar uma irregularidade, eles precisam estar vigilantes. Com base nas informações, eu poderia até oferecer uma denúncia e levar o assunto a julgamento. Mas o que complica é o prazo", completou.

O que pode partir do STJD é exatamente o inverso. O tribunal pode denunciar o Icasa por ter recorrido à Justiça Comum. "Precisamos ver se o clube identificou agora ou se preferiu aguardar os resultados, ficou em quinto lugar, viu que não conseguiu a classificação e aí tentou uma medida. Eles esperaram o arquivamento do caso e foram à Justiça Comum. Portanto, correm sério risco de serem punidos de acordo com o artigo 221 do CBJD [Código Brasileiro de Justiça Desportiva], que fala em multa e até exclusão de competição. Mas isso, é claro, somente se a CBF encaminhar documentação para nós", completou Schmitt.

"Fundamento do Icasa é frágil", diz advogado

"O que vai acontecer é o seguinte: os advogados da CBF vão ter trabalho e podem até virar a noite trabalhando, mas seguramente a liminar vai ser cassada. O fundamento do Icasa é mais frágil do que o da Portuguesa", comparou o advogado Gustavo Souza, que é especialista em Estatuto do Torcedor e faz parte da diretoria regional do IBDD (Instituto Brasileiro de Direito Desportivo).

Souza corrobora a tese de Schmitt e aponta o prazo como principal problema do Icasa. "A gente tem uma máxima no direito que é: o direito não socorre a quem dorme. Quando ocorre um ato infracional, você tem um prazo para a procuradoria oferecer denúncia. Se ela não o fizer no prazo, não pode mais", ponderou.

A diferença entre os dois episódios, de acordo com o advogado, é que o STJD denunciou a Portuguesa, mas não ofereceu denúncia contra o Figueirense: "A procuradoria tem autonomia para decidir se vai denunciar. Se eles entenderam que não deviam fazer isso, não cabe ao Poder Judiciário uma intervenção".
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sábado, 5 de abril de 2014

Marin minimiza liminar obtida pela Lusa: 'Tabela será cumprida' A entidade tentará derrubar a liminar conseguida pela Lusa na 43ª Vara Cível de São Paulo, que anula a decisão do STJD em punir a Portuguesa

José Maria Marin vê conquista da Copa como chance de imortalizar sem nome na história do futebol nacional.Participando das eleições do Conselho Deliberativo do São Paulo, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, evitou falar sobre a liminar obtida pela Portuguesa que exige o retorno da equipe à Série A do Brasileirão. Em suas poucas palavras sobre o assunto, o mandatário disse estar confiante na manutenção da decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que rebaixou o clube à segunda divisão.

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"Nós confiamos no nosso departamento jurídico. Estou tranquilo, estou tranquilo. A tabela será cumprida, estou tranquilo", afirmou o presidente da CBF no estádio do Morumbi.

Seleção das Oitavas de Final da Liga dos Campeões 2013/14
A entidade tentará derrubar a liminar conseguida pela Lusa na 43ª Vara Cível de São Paulo, que anula a decisão do STJD em punir a Portuguesa com a perda de pontos no Brasileirão de 2013 após a escalação irregular do meia Héverton. A punição do STJD fez com que o clube ocupasse o lugar do Fluminense na zona de rebaixamento da competição.
Na terça-feira, a Portuguesa enfim decidiu entrar com uma ação na Justiça comum pedindo a volta à primeira divisão, conseguindo a liminar no dia seguinte. O clube alega que não foi informado sobre a suspensão do atleta e se baseia em um artigo do Estatuto do Torcedor que exige a  "publicidade das decisões desportivas".
A CBF, por sua vez, já cassou outras liminares obtidas por torcedores lusitanos sobre o mesmo caso, tendo como base a "falta de legitimidade" das pessoas que entraram com o processo, que não eram juridicamente ligadas à Lusa. A entidade já divulgou o calendário das Séries A e B de 2014, com Fluminense na primeira divisão e a Portuguesa na segunda. Se não conseguir derrubar a liminar, a CBF será obrigada a rebaixar outro time ou promover um Brasileirão com 21 clubes.
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Mundial de Clubes no Brasil é o sonho da CBF para 2017 e 2018 Depois da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, o país tem como meta receber um dos maiores eventos do futebol mundial entre times

Última equipe brasileira a disputar o Mundial foi o Galo, no ano passado
Em 2014 será a Copa do Mundo. Em 2016, as Olimpíadas. Depois dessas duas conquistas, o Brasil tenta trazer outro grande evento para os seus domínios: O Mundial de Clubes da Fifa. A candidatura ainda não é concreta, mas a CBF já mostrou grande interesse em sediar o evento em 2017 e 2018 (as sedes abrigam a competição por dois anos).

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Para a ideia se formalizar, a maior entidade do futebol brasileiro precisa receber o apoio de um patrocinador forte, que ajude com os custos, e também do governo federal. Se for concretizado, quem ganhar o Campeonato Brasileiro em 2016 e 2017 terá direito a vaga na competição.

Caso o Brasil seja escolhido como sede, não será o primeiro Mundial realizado no país. Em 2000, quando a competição passou a ser homologada pela Fifa, o torneio também foi sediado em território brasileiro e o Corinthians foi o campeão ao vencer o Vasco nos pênaltis.

Neste ano, o torneio será realizada em Marrocos, assim como ano passado. Para sediar os torneios de 2015 e 2016, apenas o Japão se candidatou e o prazo para inscrições vai até 30 de março.
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